quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

[A FEBRE DOS LIVROS DIGITAIS]


Mercado brasileiro entra em uma nova fase com a popularização das obras digitais e a chegada de leitores de ebooks



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Imagem: Reprodução

E quem quer trocar o livro digital por um Kindle vai ter que desembolsar um bom dinheiro. O aparelho, no Brasil, pode chegar até R$ 700,00. Tal valor é referente ao modelo Paperwhite 3G, a versão mais moderna no país do leitor de livros que conta com iluminação de tinta eletrônica, o que impede reflexos, tal qual um papel fosco, e marcadores de páginas. 

Já para quem busca mais que simplesmente um leitor de livros digitais, a Kindle pretende lançar em breve o modelo Fire, em versões de 7” e 8,9”. Além da leitura de livros, é possível ter acesso a revistas, audiolivros, aplicativos, jogos, tirar fotos, filmar e realizar chamadas com vídeo pelo Skype. As opções que já possuem preços altos para quem compra nos Estados Unidos, vai chegar por aqui com valores exorbitantes devido aos altos impostos. Até então, a Amazon realiza suas vendas no Brasil através de uma conhecida loja de eletrônicos, seu parceiro de e-commerce. 

 
Mas nem tudo está perdido. O Kindle também pode ser adquirido gratuitamente como um aplicativo normal para qualquer plataforma, desde um simples PC ou Android até mesmo ao mais avançado dos modelos da Apple. Ou seja, para quem comprou um tablet recentemente, mas não quer perder a onda do Kindle, há a possibilidade de adaptar-se aos novos tempos.


Números ainda são recentes

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Gráficos: Pesquisa FIPE, venda de ebooks, 2013 – Brasil

Os dados sobre a venda de e-books não datam de muito tempo. Entretanto, já é nítida sua presença no mercado brasileiro. Segunda a pesquisa anual da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) encomendada pela Câmara Brasileira de Letras (CBL) e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), foram vendidos mais de 235 mil livros digitais no país entre 2011 e 2012. O faturamento de 3,85 milhões foi expressivo, visto que se trata de um mercado novo.
Apesar de os dados mostrarem um aquecimento nas vendas, a alta só foi relativa a partir de outubro com a entrada da multinacional Apple e emplacou de ver em dezembro com a chegada das concorrentes Google, Kobo e Amazon. Foram ouvidas 197 editoras.
Os preços ainda são altos, os mais procurados giram em torno de R$ 20,00, o preço médio de livros físicos. Para compensar a compra, ainda será preciso que as empresas estrangeiras se adaptem ao mercado.


Fonte: Jornal O Estado do RJ

Veja mais em http://www.oestadorj.com.br/ciencia-e-tecnologia/a-febre-dos-livros-digitais-2/#sthash.Shsngt9c.dpuf

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