quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

[É AGORA ...OU NUNCA, de Marian Keys]

é agora ou nunca
Foto: Reprodução

Marian Keys narra os problemas dos três personagens de forma muito engraçada e original, fazendo deste É Agora... ou Nunca um livro imperdível para quem se deliciou com Melancia, Férias!, Sushi e Casório?!.



Amigos inseparáveis Tara, Katherine e Fintan todos na faixa dos trinta e poucos anos, nasceram no interior da Irlanda e juntos foram para Londres onde se deram bem profissionalmente, pelo menos. O mercado amoroso nas grandes cidades, saturadíssimo mostra que não é diferente para os três corações, que podem não aguentar: o de Tara já se partiu, o de Katherine está prestes congelar e o de Fintan pode até parar de bater. É chegada então a hora de gritar por mudanças... ou calar-se para sempre! 
Em É Agora... ou Nunca, de Marian Keys, a escritora irlandesa que conquistou o mundo com Melancia, Férias!, Sushi e Casório?!, o destino entrará em cena sem pedir licença, mudando as vidas dos três amigos de forma totalmente inesperada... e muito divertida!


Tara namora Thomas há dois anos, mas o relacionamento é, digamos assim, morno... frio... gelado, mesmo: o sexo do casal é como Papai Noel, que não existe, mas, se você tiver muita fé, aparece, todo coberto de neve, uma vez por ano.


Thomas, é o pé-rapado que vive comprando presentes ridículos para a namorada - como cremes para as mãos e bolsas de água quente... em promoção. Para piorar, ele ainda tem a coragem de dizer que Tara está gorda - só porque seu manequim pulou de 42 para 50! Imagine…


Já Katherine é uma mulher independente e equilibrada, que sempre atraiu os olhares masculinos. Mas sua primeira decepção amorosa ocorreu aos 19 anos, abrindo feridas nunca mais cicatrizadas. Hoje, ela acha melhor se relacionar com vitrines de lojas de roupas ou com o  controle remoto de sua televisão. Nem Joe Roth, o colega de trabalho bonitão que se ofereceu para ajudá-la a trocar de canal, parece interessá-la.


Já Fintan, que nunca escondeu sua homossexualidade, encontrou o equilíbrio na amizade da dupla. Mas esse círculo, até então perfeito, torna-se frágil  quando ele revela que sofre de uma séria doença. Assim, as duas prometem fazer tudo o que o amigo pedir e o mundo fica de pernas para o ar! Graças às suas exigências malucas, Fintan assiste de camarote às mudanças - para melhor, claro - nas vidas de Tara e Katherine. 



Sobre a autora
marian-keyes
Foto:Reprodução




O primeiro livro de Maian Keys foi publicado na Irlanda em 1995, e foi um sucesso imediato. Seu estilo falante de conversação e humor irlandês conquistou todas as faixas etárias, e este recurso se espalhou para a Grã-Bretanha quando Melancia foi escolhido como um livro Talent Fresh. . Outros países seguiram (mais notavelmente os EUA em 1997) e agora é publicada em 33 idiomas. Até o momento, a mulher que disse que nunca iria escrever um romance publicou dez deles: Melancia , Lucy Sullivan vai se casar , Férias de Rachel , última chance , Sushi for Beginners , Anjos , O Outro Lado da História , Anybody Out There e This Charming Man , todos best-sellers em todo o mundo, um total de 23 milllion de livros vendidos. O Outro Lado da História vendeu mais de meio milhão de exemplares em brochura, tornando-o o livro de segunda maior venda publicado em 2005, com Anybody Out There  o feito foi repetido em 2007, e This Charming Man foi ultrapassado em 2009. Anybody Out Há ganhou o prêmio britânico de ficção popular e o Melissa Nathan prêmio de Comédia. This Charming Man ganhou o prêmio Livro da Irlanda para a ficção popular. Os livros tratam variadamente com doenças modernas, incluindo a dependência, depressão, violência doméstica, e doença grave, mas sempre escritos com humor, compaixão e esperança. 


Seu trabalho tem chamado a atenção de Hollywood; férias de Rachel . vai ser filmado no próximo ano, Lucy Sullivan vai se casar será uma série adolescente para televisão, Melancia foi um filme feito para TV em 2003, e Last Chance Saloon foi filmado em francês -. Au Secours J'ai Trente Ans foi lançado em 2004. Assim como ela escreve romances de contos e artigos para várias revistas e outras publicações. Ela também está envolvida com várias instituições de caridade - contribuiu para um livro de dupla autoriaa Yeats is Dead! onde todos os royalties foram doados à Anistia Internacional. 


Ela já publicou duas coleções de artigos, intitulado Sob o Duvet e ainda debaixo do edredom , e doou todos os royalties das vendas de irlandeses à Comunidade Simon, uma instituição de caridade que trabalha com os sem-teto. Nascida em Limerick, em 1963, e criada em Cavan, Cork, Galway e Dublin, ela passou seus vinte anos em Londres, mas agora vive em Dun Laoghaire com seu marido Tony. Ela inclui entre seus hobbies, leitura, filmes, sapatos, bolsas e feminismo.
  • Editora: Bertrand Brasil
  • Gênero_Romance
  • Autor: MARIAN KEYES
  • Folheando_588 páginas

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

[A ARMA ESCARLATE, de Renata Ventura]

A arma escarlate
Foto:Reprodução



O livro de ficção conta a história em um cenário nacional, na zona Sul do Rio de Janeiro. Saiu pela editora Novo Século.


O ano é 1997. Em meio a um intenso tiroteio, durante uma das épocas mais sangrentas da favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, um menino de 13 anos   descobre que é bruxo. Jurado de morte pelos chefes do tráfico, Hugo foge com apenas um objetivo em mente: aprender magia o suficiente para voltar e enfrentar o bandido que ameaça sua família. Neste processo de aprendizado, no entanto, ele pode acabar por descobrir o quanto de bandido há dentro dele mesmo.

Sobre a Autora
RenataVentura_A armaescarlate
Foto:Reprodução
Como a maioria das grandes escritoras, Renata ventura é uma leitora voraz desde a infância e também, como a maioria das escritoras, sempre quis ser escritora.
Nascida no Rio de Janeiro em 1985, morou por quatro anos nos Estados Unidos, onde começou a cursar Comunicação Social na Universidade de Houston. Formada em Jornalismo pela PUC-Rio, escreveu a dissertação 100% Off – O Manual do Colonizado, no qual analisou a colonização cultural do brasileiro – tema que volta a abordar em A Arma Escarlate.
Trabalhou por três anos fazendo pesquisa e roteiro para cinema documentário antes de dedicar-se exclusivamente a seu primeiro livro. Nesse meio tempo, implementou  uma forma de interação com seus leitores, em que eles podem conversar virtualmente com alguns dos personagens do livro por meio das redes sociais.Seu objetivo como escritora é contar histórias que divirtam e, ao mesmo tempo, façam o leitor refletir sobre si mesmo e sobre o mundo à sua volta.

A arma Escarlate
Folheando_552
Quanto custa a história_R$ 39,90
Gênero_Literatura brasileira

sábado, 17 de dezembro de 2011

[A COMCUBINA, de Irepoglu]

s.f. Mulher que vive em concubinagem; amásia, amante, barregã
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                                                              Foto: Reprodução
A concubina nos conta uma esplendorosa história de amor que aconteceu durante o império Otomano, no reinado do sultão Abdülhamid Han, envolvendo o próprio sultão, uma de suas concubinas e o eunuco-chefe.
Askidil, a concubina, apaixona-se perdidamente pelo sultão tão logo conhece as delícias do leito real pela primeira vez. Para expressar seu amor, escreve ao amado inúmeras cartas que nunca serão enviadas. Embora pareça que o amor da sensual concubina possa ser correspondido, o sultão não a procura tanto quanto ela o deseja… afinal ela é apenas uma das muitas mulheres que ele tem à disposição no seu harém.
O eunuco-chefe, enjaulado em seu triste destino, acaba por se envolver com a bela concubina, formando-se um triângulo amoroso que o leitor acompanha nos textos plenos de emoção e poesia.
A escritora e historiadora Gül Irepoglu inspirou-se nas cartas de Askidil para nos transportar para a Turquia do século XVIII, com sua colorida e suntuosa atmosfera onde as mulheres e as paixões humanas tinham que se submeter a regras sociais e políticas que as aprisionavam em “gaiolas douradas”.

Sobre a autora

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                                                       Foto: Reprodução
Gül Irepoglu nasceu em Istambul, Turquia, em 1956. Formou-se em Arquitetura pela Faculdade de Belas Artes e fez carreira acadêmica no Instituto de Estética e História da Arte da Universidade de Istambul. Além de escritora, Gül Irepoglu é também pesquisadora e conferencista renomada na Europa e Comissária da Unesco, sempre trabalhando com seus conhecimentos sobre o rico patrimônio histórico de seu país. Ela apresenta um programa sobre arte em cadeia nacional de televisão. Atualmente vive em Istambul. Escreveu vários romances, sendo que A concubina já foi publicado na Bulgária, Grécia, Polônia, Romênia e Síria.

A concubina
Gül İrepoğlu
Folheando_196 páginas
De R$ 35,00 por R$ 28,00

domingo, 11 de dezembro de 2011

[DEVORADORA DE LIVROS ESTÁ DE VOLTA]

                                            devoradora3

Esta semana o DEVORADORADELIVROS está de volta! Esta devoradora esteve ausente para selecionar os melhores livros e os lançamentos mais bacanas da estação.

E as férias convidam a ler. Aqui você encontrará as melhores sugestões de leitura para os dias de ócio físico, e exercício mental.

Até já já!

[MULHERES, de Charles Bukowisky]

                            Mulheres

                                              Foto:Reprodução

Mulheres é um livro alter ego do escritor, pois seu personagem Henry Chinaski é ígualmente alcoólico, viciado em mulheres e em corrida de cavalos; e escritor também, portanto se quiser saber desse fenômeno que antecedeu os beatniks, é só ler.
O livro estava esgotado há 20 anos e agora é relançado pela LP&M.

Seus livros são procurados por jovens que querem saber como lidar com a melancólica situação de ser humano, sem precisar lidar com subterfúgios hipócritas.

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                                             Foto:Reprodução

Sobre o autor

Charles Bukowski, escritor americano – 1920/1994. Nasceu na Alemanha, mas foi para os EUA com três anos de idade. Considerado o autor contemporâneo mais influente e imitado na América. Conhecido como escritor alcoólico, Bukowski foi mesmo um desconstrutor do sonho americano.

Charles Bukovski bebeu até morrer mas morreu com idade surpreendente a julgar por sua total falta de escrúpulo com a saúde. Para ele só importavam a literatura, as mulheres, os cavalos e seus inseparáveis drin’ks.

Mas, como disse no início, é até hoje o escritor americano de maior referência, o que significa que, para o bem da humanidade leitora e escritora, herdamos a eternidade de um poeta paradoxalmente lírico, contundente, sujo, mas absolutamente requintado com as palavras.Seus poemas tem força, muitas vezes confundidos como “sujos”, mas basta ler alguns para sentir a força poética, delicada, da incrível forma requintada como expõe a condição humana.

Mulheres, de Charles Bukowisky

Editora LPM

Custo_R$ 17,00

Folheando as Mulheres_320 páginas

[A DANÇA: PABLO NERUDA]

Não te amo como se fosses a rosa de sal, topázio

Ou flechas de cravos que propagam o fogo:

Te amo como se amam certas coisas obscuras,

Secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta que não floresce e leva

Dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,

E graças a teu amor vive escuro em meu corpo

O apertado aroma que ascendeu da terra.

Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,

Te amo assim diretamente sem problemas nem orgulho:

Assim te amo porque não sei amar de outra maneira,

Senão assim deste modo que não sou nem és,

Tão perto que tua mão sobre o meu peito é minha,

Tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.

Antes de amar-te, amor, nada era meu:

Vacilei pelas ruas e as coisas:

Nada contava nem tinha nome:

O mundo era do ar que esperava.

E conheci salões cinzentos,

Túneis habitados pela lua,

Hangares cruéis que se dependiam,

Perguntas que insistiam na areia.

Tudo estava vazio, morto e mudo,

Caído, abandonado, decaído,

Tudo era inalianavelmente alheio,

Tudo era dos outros e de ninguém,

Até que tua beleza e tua pobreza

De dádivas encheram o outono.

(Pablo Neruda)