domingo, 31 de julho de 2011

[EDITORA 7 LETRAS Aceita originais]

 

A Editora 7 Letras está aceitando originais para avaliação pelo e-mail originais@7letras.com.br. 
Caso seja selecionado, a editora entrará em contato.
Mais informações no twitter

quinta-feira, 28 de julho de 2011

[ MISS BRONTË – UM ROMANCE, de Juliet Gael]

 Fotos: Reprodução

A história da escritora inglesa Charlotte Brontë e sua família, entre a ficção e a realidade, narrada por Juliet Gael


"Jane Eyre", "O Morro dos Ventos Uivantes" e "Agnes Grey", com estes romances Charlotte, Emily e Anne Brontë entraram para a história da literatura. Seus livros causaram grande polêmica no século XIX e a história destas irmãs continua ainda hoje, a despertar o interesse de fãs, estudiosos e curiosos em todo o mundo. 
A escritora Juliet Gael faz parte destas pessoas cativadas pelas Brontë, mas ela não apenas pesquisou toda a vida e obra das irmãs mas, também uniu este conhecimento à sua criatividade e escreveu Miss Brontë – um romance, que acaba de sair pela Larousse.

O romance histórico começa em 1845 com a chegada de Arthur Bell Nicholls  na distante e pequena vila Haworth, onde chega para trabalhar como pároco-assistente de Patrick Brontë. É a partir da relação entre Nicholls e Charlotte, a mais velha das irmãs Brontë, que Juliet Gael conduz esta narrativa.

Apesar do crescente sucesso e da aclamação da crítica, Charlotte almejava algo mais. Integrar-se à glamourosa Londres e conhecer celebridades do mundo literário não era suficiente para preencher o vazio que corroia sua alma.


Charlotte Brontë passou a infância na lúgubre Haworth, uma pequena vila em Yorkshire, Inglaterra, criando com os irmãos histórias de um mundo imaginário. Anos mais tarde, usaria a mesma inspiração para escrever célebres obras, entre elas a primorosa Jane Eyre.

Quando tudo parecia sem sentido, o destino abriu-lhe um novo caminho: Arthur Bell Nicholls, presbítero de Haworth, que nutria em segredo um genuíno sentimento de amor por Charlotte, começou a cortejá-la. Com tantos embates encerrados no passado, Charlotte acreditava que agora, enfim, a felicidade estaria ao seu alcance.


Em Miss Brontë – um romance pode-se acompanhar as relações familiares, a publicação do primeiro livro sob os pseudônimos de Currer, Ellis e Acton Bell, o comportamento embaraçoso do irmão das autoras, as relações amorosas frustradas, o sucesso, as perdas para a tuberculose e outros tantos fatos que marcaram a vida da própria autora. Comprometida em oferecer ao leitor uma versão o mais precisa possível dos fatos, ela se dedicou à leitura de todo o trabalho das irmãs e de suas cartas, além do estudo de biografias e documentos históricos da região e do período em que viveram. Foi nos pequenos detalhes, nas notas de rodapé e nas entrelinhas das correspondências que ela encontrou inspiração para criar e romancear a vida de Charlotte Brontë.

Sobre a autora 
 Foto: Reprodução

Juliet Gael foi criada em uma pequena cidade de Wyoming, nos Estados Unidos, e finalizou o mestrado em literatura francesa antes de se formar em cinema pela University of Southern California e em literatura inglesa pela UCLA, em Los Angeles. Trabalhou como roteirista em Paris e atualmente vive em Florença, na Itália.

Miss Brontë – um romance
de Juliet Gael
Editora Larousse
Folheando_400 páginas
O preço do romance_R$44,90



quarta-feira, 27 de julho de 2011

[CARTAS PARA JULIETA, de Lise Friedman e Ceil Friedman ]

Foto: Reprodução

Demorei para pegar este livro para ler. Mas em um só fôlego, terminei hoje, 'Cartas para Julieta'. Os personagens eternamente apaixonados, Romeu e Julieta, criados por William Shakespeare ainda hoje, atrem milhões de visitantes a Verona, na Itália, ano após ano. Mas essa é apenas uma parte da história. Já que todos os dias, cartas de amor que foram inspiração para o filme “Cartas para Julieta” e que costumam ter como endereço simplesmente “Julieta, Verona”, chegam à cidade, aos montes, e em quase todas as línguas possíveis e imagináveis, escritas por românticos que buscam os conselhos de Julieta. E, surpreendentemente, nenhuma fica sem resposta. 

Escrito pelas irmãs Lise Friedman e Ceil Friedman, o livro Cartas para Julieta, lançamento da Editora Seoman, selo da Pensamento-Cultrix, conta a história dessas cartas e dos voluntários que vêm escrevendo respostas para elas durante mais de sete décadas. O livro poético, com uma seleção de cartas sinceras, é perfeito para qualquer pessoa que já tenha sentido as dores do amor e leva o leitor até os monumentos que alimentaram a lenda de Julieta e seu Romeu.



O filme
Foto: Reprodução
 
O filme, levado para as telonas, no ano passado (junho) está nas locadoras. E como as adaptações são sempre uma releitura da mesma história, nele, Sophie (Amanda Seyfried) trabalha como checadora na redação da revista The New Yorker e busca uma oportunidade para mostrar seu talento também como repórter. Ela e seu noivo Victor (Gael García Bernal), um chef, viajam para Verona para a Lua de Mel. Uma vez na Itália, a jovem americana encontra as Secretárias de Julieta, senhoras que respondem as cartas de mulheres apaixonadas. Abre-se, então, um mundo extremamente romântico, onde o amor sempre volta, mesmo que tenha se passado mais de 50 anos.



Sobre as autoras:
Foto: Reprodução

Lise Friedman é professora na New York University's Gallatin School, escreve frequentemente sobre as artes performáticas para diversas publicações e colaborou para um site on-line focado em artes e cultura. Ceil Friedmean se mudou de Nova York para Verona, há 21 anos, para ficar com seu próprio Romeu, onde ela escreve, traduz livros, e produz azeite orgânico. Ela também colaborou com o Festival de Cinema della Lessinia. Lise e Ceil Friedmean estão disponíveis para entrevistas via e-mail."

Cartas para Julieta
Editora Seoman, selo da Pensamento-Cultrix
Com 176 páginas, o livro custa R$34,90. 
É beeem pequeno, mas, se seguir a premissa de que ' o livro é melhor que o filme', já vale a pena o preço.  


E a minha pilha de livros de cabeceira está  diminuindo! 





terça-feira, 26 de julho de 2011

[FELIZ POR NADA, de Martha Medeiros]

 Foto: Reprodução

Martha Medeiros acaba de lançar Feliz por nada, seu novo livro de crônicas, pela editora LPM. 
 
O título surgiu numa troca de e-mails com sua melhor amiga. 'Perguntei como ela estava e ela respondeu: “Sabe aqueles dias em que se está feliz por nada”? Martha achou a expressão muito iluminada, solar, e acabou escrevendo uma crônica a respeito, que está incluída nessa nova coletânea.  De um pequeno fato, a escritora buscar uma reflexão maior de fatos que possam ser lidos a qualquer tempo.

Publicados originalmente nos jornais "Zero Hora" e "O Globo", de onde é colunista, os textos abordam o que há de mais íntimo e, ao mesmo tempo, comum em nosso cotidiano.

E exatamente por fazer observações precisas, bem-humoradas e irônicas sobre os constantes fatos da vida, suas letras (das mais prestigiadas, com razão, diga-se) adquirem tons de conselhos, críticas e bate-papos amigáveis sobre os mais diferentes assuntos.

A capacidade da escritora de transformar tudo em uma saborosa crônica satisfaz o leitor, que se identifica no comentário de algum novo livro ou ao ler sobre seu saudosismo infantil e a beleza de colecionar e montar álbuns de figurinhas.

De acordo com a autora, o segredo para ser “Feliz por nada” é não pensar muito nisso e tratar de viver, fazendo o melhor que a gente pode, sem ficar se cobrando desumanamente.

Sobre a autora

 Foto:Reprodução
Martha Medeiros (1961) é gaúcha de Porto Alegre, onde reside desde que nasceu. Fez sua carreira profissional na área de Propaganda e Publicidade, tenho trabalhado como redatora e diretora de criação  em vária agências daquela cidade. Em 1993, a literatura fez com que a autora, que nessa ocasião já tinha publicado três livros, deixasse de lado essa carreira e se mudasse para Santiago do Chile, onde ficou por oito meses apenas escrevendo poesia.

De volta ao Brasil, começou a colaborar com crônicas para o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, onde até hoje mantém coluna no caderno ZH Donna, que circula aos domingos, e outra — às quartas-feiras — no Segundo Caderno. Escreve, também, uma coluna semanal para o sítio Almas Gêmeas e  colabora com a revista Época.

Seu primeiro livro, Strip-Tease (1985), Editora Brasiliense - São Paulo, foi o primeiro de seus trabalhos publicados. Seguiram-se Meia noite e um quarto (1987), Persona non grata (1991), De cara lavada (1995), Poesia Reunida (1998), Geração Bivolt (1995), Topless (1997) e Santiago do Chile (1996).  Seu livro de crônicas Trem-Bala (1999), já na 9a. edição, foi adaptado com sucesso para o teatro, sob direção de Irene Brietzke. A autora é casada e tem duas filhas. 
Feliz por Nada
Editora  LPM
de Martha Medeiros 
Folheando a felicidade_216 páginas
Quanto vale Ser Feliz por nada_R$ 26,30   
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
 

 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

[Biógrafo de Silvio Santos, Arlindo Silva morre aos 87 anos em Minas]


Foto:reprodução

Morreu na tarde de ontem, em Belo Horizonte, o jornalista e escritor Arlindo Silva, 83, de falência de órgãos. Estava internado no hospital Mater Dei desde julho, devido a uma pneumonia.

Conheci o Sr. Arlindo quando ele estava finalizando o livro. Fiz parte da equipe que divulgava a obra. No dia do lançamento a minha expectativa, como a de todos os presentes ao lançamento, era a de conhecer Silvio Santos, o homem-mito da tv. Mas, ele não compareceu ao evento. 
Nem isso, tirou o brilho do best-seller "A Fantástica História de Silvio Santos", lançado pela Editora do Brasil (esgotado). O Sr. Arlindo era um homem extremamente distinto. Foi editor-chefe da extinta revista "O Cruzeiro", e foi após uma entrevista que se tornou amigo de Silvio Santos. A amizade, se transformou em um  convite para trabalhar na TVS, o embrião do SBT, onde criou o primeiro núcleo de jornalismo.
 
Apesar de publicada só depois do aval do patrão, a obra aborda temas íntimos.E pode ser encontrada em sites de vendas e sebos, como A Estante Virtual ou para dowload aqui .

O livro-reportagem conta a trajetória do apresentador que construiu um sólido patrimônio nas telecomunicações. De origem humilde, Silvio Santos soube avaliar riscos e tornar-se um bem sucedido empresário.


Sobre o autor
 
Foto: Reprodução

Arlindo Silva, abriu o baú de episódios pessoais do mais conhecido apresentador da tevê brasileira numa biografia autorizada que foi pacientemente datilografada em uma máquina de escrever.  Silva conviveu 25 anos com seu patrão. Era chefe da assessoria de comunicação do Grupo SS, espécie de porta-voz que muitas vezes teve de fazer a ponte entre Silvio e Roberto Marinho.



A fantástica história de Sílvio Santos
Editora do Brasil
Silvio para ler, em_278 páginas 
Preço médio_R$ 10,00 (Estante Virtual)

sábado, 23 de julho de 2011

[AMY WINEHOUSE: A BIOGRAFIA, de Chas Newkey-Burden ]

  Foto: Reprodução



Uma vez disseram a respeito de Amy Winehouse: “Às vezes, ela parece uma personalidade que nasceu um pouco fora de sua época”. Amy nasceu em 14 de setembro de 1983, em Southgate, ao norte de Londres. A menos de dezesseis quilômetros do centro de Londres e no município de Enfield, Southgate fica ao lado da North Circular Road. Outras pessoas famosas — e não famosas — nasceram lá: o lendário Norman Tebbit, do Partido Conservador inglês, e a cantora Rachel Stevens, do S Club 7, por exemplo.

Do anonimato à fama caótica. A biografia foi lançada por ocasião do aniversário de uma das artistas mais contundentes e polêmicas: Amy Winehouse, que faleceu aos 27 anos de idade, em Londres.

Em Amy Winehouse, a biografia, a cantora e compositora inglesa que foi uma das poucas unanimidades de público e crítica na história da música mundial, e apesar da pouca idade,  produziu dois álbuns extremamente sofisticados - Frank e Back to Black. No primeiro, lançado em 2003, a predominância da sonoridade jazzística fez jus ao título em homenagem a Frank Sinatra. Já no segundo, de 2007, o jazz mistura-se ao soul e recebeu vários prêmios, entre eles o BRIT, Modo (Music of Black Origin), Vodafone Live Award, Q Awards e cinco categorias do Grammy. 

Além de ter fascinado os intelectuais da mídia especializada com seu estilo clássico, Amy vendeu milhões de discos e estreou na cobiçada lista da Bilboard em 7º lugar entre 200 sucessos, antes de ser encontrada morta em seu flat aos 27 anos.

Apesar da voz impressionante e da musicalidade de altíssimo nível, a qualidade artística da cantora inglesa foi ofuscada por problemas pessoais. Em 2007, escândalos, drogas, depressão e bulimia começaram a prejudicar sua performance nos palcos e despertaram o interesse das mídias de celebridades. Depois de Britney Spears, Paris Hilton e Kate Moss, Amy Winehouse foi a última obsessão desta especialidade de imprensa. Sua biografia escrita pelo jornalista britânico Chas Newkey-Burden nos conta não só da enfiada de péna jaca da cantora, mas também da época de anonimato, as influências, as escolas artísticas que a formaram, e as  críticas dos jornais mais prestigiados do mundo.

O livro começa a traçar a história de Amy a partir de sua família. Seus tios tinham banda de jazz e seu pai  que adorava Frank Sinatra, Thelonious Monk e Ella Fitzgerald; "aprendi cantar ouvindo ela", diz Amy na sua biografia. Com 14 anos, a inglesinha ganhou sua primeira guitarra -uma Fender Stratocaster. Desde então, começou a tocar, compor e cantar. Nesta época, ganhou uma bolsa de estudos na Sylvia Young Theatre School, de onde logo foi convidada a se retirar por mau comportamento. Mais tarde, ingressou na BRIT Performing Arts & Technology School, mas também não ficou por muito tempo. Até morrer, ela jamais se adequou à regras.

Amy foi descoberta por Simon Fuller quando passou a cantar regularmente com a National Youth Jazz Orquestra. Fuller é um dos empresários mais importantes da indústria do entretenimento. Entre seus sucessos  estão os programas Pop Idol e American Idol, as Spice Girls, os direitos comerciais do nome e da imagem de Muhammad Ali e da propriedade Graceland, de Elvis Presley. 

Ao perguntarem qual impressão ele lhe causava, Amy respondeu: "Gente de negócios não me causam impressão. Não ficam na minha cabeça.". Em 2006, ela rompeu com Fuller, contratou o produtor Mark Ronson e assinou com a Universal/Island Record.

Com a gravação do segundo disco, a fama caótica teve início. Um escândalo por dia, magreza, overdose. E quase esquecem de sua música, uma arte que nunca foi menos do que fantástica. Agora, nos resta a voz...  

Leia um trecho do livro aqui


Sobre o autor

 Foto:Reprodução
O autor da biografia de Amy Winehouse, e Justin Bieber, o jornalista também escreveu biografias não autorizadas de Simon Cowell, Alexandra Burke e outras seis publicações oficiais para o Clube de futebol Arsenal.

Ele escreveu para publicações como The Guardian , Four Four Two, Futebol Total, Time OutAtitude e The Big Issue, e sites de internet, incluindo Ynetnews.  A ex-editor Contribuir para Loaded revista e ex-editor do site de futebol icons.com, onde foi também biógrafo oficial de Dennis Bergkamp. ntre seus entrevistados estão David Beckham, Ricky Gervais, Frank Lampard, Rachel Stevens e James Bourne .
 

Amy Winehouse, a Biografia
Editora Globo
Relembrando a morte anunciada_208 páginas
Preço médio_R$ 29,90

sexta-feira, 22 de julho de 2011

[BOLSAS DE TRADUÇÃO]


Internacionalização da literatura brasileira tem repercussão mundial

A imprensa estrangeira continua repercutindo positivamente os esforços brasileiros para ampliar a presença dos autores e da literatura do país no mercado editorial internacional.  As notícias sobre o Programa de Apoio à Tradução e Publicação de Autores Brasileiros no Exterior, anunciados pela Fundação Biblioteca Nacional e o Ministério da Cultura durante a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) foram distribuídas, inicialmente, pelas agências EFE (espanhola) e Lusa (portuguesa) e pelo jornal português Público. Esta semana, o espanhol El País, um dos principais jornais do mundo, destinou um bom espaço para o tema (leia abaixo e na seção O Que Saiu na Mídia). A partir da próxima semana, o Itamaraty vai intensificar a divulgação dessa política em todas suas embaixadas e consulados.
El País: “Brasil dará ayudas para traducir su literatura”
O Brasil, que já é uma potencia econômica emergente, agora busca também o mesmo título no campo cultural, em especial na área da literatura. Esse é tom o tom dado pelo jornal espanhol El País, do Grupo Prisa, que publicou, no último dia 20/7, a notícia Brasil dará ayudas para traducir su literatura.  Em artigo assinado pelo correspondente Juan Arias, o periódico, que é um dos mais influentes da Europa, destaca, ainda, a paixão da presidenta Dilma pelas artes em geral e, particularmente, pelos livros.

Veja: "Nunca houve ferramenta tão robusta..."
Ao classificá-lo como “ambicioso”, a revista Veja chamou a atenção de seus leitores para o fato do programa de bolsas de tradução e publicação de autores brasileiros lá fora da Fundação Biblioteca Nacional indicar orçamentos, com recursos do Fundo Nacional de Cultura, até 2020. Numa análise assinada pelo colunista do TodoProsa, Sérgio Rodrigues, a iniciativa deverá ter forte impacto na Feira de Frankfurt em 2013, quando o Brasil será pela segunda vez o país homenageado.  “O fato é que nunca houve uma ferramenta tão robusta de divulgação de nossa quase secreta literatura no exterior”, escreveu. 

O edital do Programa, publicado no Diário Oficial da União de 08/07 pode ser lido em inglês e português no Portal da Biblioteca Nacional. Para esclarecer dúvidas, os interessados podem enviar e-mail para translation@bn.br.



Fonte: Fundação Biblioteca Nacional 






quinta-feira, 21 de julho de 2011

[MINHAS VIZINHAS, de Claudia Priano]

Foto: reprodução

Margherita sente-se perdida em meio às caixas que enchem a sala do seu novo apartamento . Acaba de sair de uma crise, mas ainda sente-se abalada. 

Percorre os cômodos, tentando pensar por onde comecará a arrumação. De repente, um ruído baixinho, vindo do apartamento vizinho, a distrai. Parece ser uma mulher chorando. Cola o ouvido na parede e assusta-se com o que vem em seguida. O barulho é forte e um homem grita, objetos se quebram, a mulher chora alto. Incrédula e aterrorizada, fica sem saber o que fazer. Bater na parede, ligar para a polícia, gritar com todas as forças. 

Margherita é a protagonista de Minhas vizinhas, primeiro livro da italiana Claudia Priano a chegar ao Brasil. Ao longo das páginas, a autora revela os segredos da personagem, uma escritora que procura afastar o fantasma da depressão ao se mudar, e viver a sua lenta adaptação à nova realidade. Com momentos de delicadeza e solidariedade entre mulheres intercalam-se com outros, violentos e assustadores, diante dos quais nem sempre é possível saber qual a melhor forma de agir. 

Diante da reação inesperada de Anna, Margherita resolve se recolher e ignorar o que se passa atrás das paredes. Os dias vão passando e, colocando tudo no lugar. 

Repleto de vidas, histórias e experiências diferentes, Minhas vizinhas envolve o leitor desde a primeira página e instiga a refletir, mesmo que não de forma explícita, sobre os vários tipos de dramas vividos por mulheres entre quatro paredes.

Sobre a autora

Foto:reprodução

Claudia Priano nasceu e vive em Gênova. Vencedora de vários prêmios literários escreveu, entre outros títulos, Cose che capitano (2006), Con il cuore leggermente indolenzito (2007),Medicina generale (2007) – este último roteirizado para a emissora de televisão Rai Uno

Minhas vizinhas
Editora Rocco 
de Claudia Priano

Folheando a vida alheia_256 páginas
Custo na vizinhança_34,50


terça-feira, 19 de julho de 2011

[ Assalto ao Banco Central, de Renê Belmonte e J. Monteiro]

Foto: Divulgação

O livro Assalto ao Banco Central, da (Editora Agir)  é assinado por Renê Belmonte e J. Monteiro é baseado no maior roubo do século e chega junto com a adaptação do filme as telonas é baseado na história do maior roubo do século. A obra é uma adaptação do filme que chega aos cinemas na próxima sexta-feira, dia 22 de julho. Escrito por Renê Belmonte (roteirista do filme homônimo) e pelo policial federal J. Monteiro, Assalto ao Banco Central apresenta as angústias e motivações dos personagens e narra detalhes do engenhoso crime que intrigou o país. 

No dia 6 de agosto de 2005, um grupo de bandidos conseguiu uma façanha: realizou o maior roubo a banco do século sem disparar um só tiro. Inspirado na história real e baseado no filme homônimo produzido pela Total Entertainment, com direção de Marcos Paulo, Assalto ao Banco Central (Editora Agir), de Renê Belmonte, roteirista da produção, e J. Monteiro, policial federal, chega às livrarias de todo o país. Depois de elaborar um plano aparentemente perfeito, a quadrilha ― liderada por Barão e sua mulher Carla ― alugou uma casa próxima ao Banco Central de Fortaleza, cavou um túnel de 80 metros de comprimento com cuidadosos requintes de engenharia e roubou R$ 164 milhões. Durante a fuga, carregou 3,5 toneladas em dinheiro. E, como um quebra-cabeça, todas as peças vão se juntando ao longo da investigação, comandada pelos policiais federais Chico Amorim e Telma Monteiro. 

 Foto:Reprodução
Marcos Paulo dirige Lima Duarte  
Foi o maior assalto do século XXI e o segundo maior da história – perde para um em Londres, em 1987, em que foram levados 113 milhões de dólares. A história ainda atiça a imaginação três anos após as investigações serem encerradas, com 122 pessoas presas. E transformou-se em Assalto ao Banco Central, filme dirigido por Marcos Paulo, que vai estrear nos cinemas em 22 de julho. Também foi lançado o livro Assalto ao Banco Central (Editora Agir, 220 páginas, 29,90 reais), escrito pelo roteirista Renê Belmonte e pelo consultor José Gomes Monteiro Neto, o J. Monteiro, policial federal e escritor. A obra não fez muito sucesso entre os colegas de Monteiro por ter se valido de muita ficção para dar fluência à trama.
Com uma linguagem rápida e fluída, Assalto ao Banco Central destrincha as angústias e motivações dos personagens e narra detalhes do engenhoso crime que intrigou o país. Renê Belmonte e J. Monteiro envolvem o leitor com uma trama repleta de mistério, ação e toque de humor, fazendo de Assalto ao Banco Central um sucesso em dose dupla ― nos cinemas e nas livrarias.

Sobre os autores

 Foto: reprodução
 
Renê Belmonte nasceu em São Paulo e mora no Rio de Janeiro desde 2001. Foi roteirista de filmes de grande sucesso de público como Sexo, amor e traição, Se eu fosse você e Se eu fosse você 2. Foi o autor do seriado Avassaladoras, tendo escrito também para Sob nova direção e A lei e o crime. Assalto ao Banco Central é seu primeiro filme inspirado numa história real e o roteiro mais ambicioso que desenvolveu até agora. 


Foto: Reprodução
J. Monteiro foi militar do Exército e oficial da Polícia Militar do Distrito Federal. Ingressou na Polícia Federal em 2003, na qual chefiou, por três anos, a divisão de comunicação. Foi assessor do secretário de segurança pública do DF e atualmente integra a equipe que coordena as ações de segurança para a Copa do Mundo. É autor do livro Federal, baseado no roteiro do longa-metragem de mesmo nome.


Assalto ao Banco Central, de J. Monteiro e Renê Belmonte
Editora: Agir
Recordando o episódio em_ 220 páginas
Preço da  R$ 29,90


Lançamento do livro, HOJE (20), na Livraria Cultura do Market Place, às 19h.

domingo, 17 de julho de 2011

[A GAIOLA, de Marcia Willett]

 Foto: Reprodução

A Gaiola, segundo romance de Marcia Willett está publicado no Brasil pela Bertrand Brasil, do grupo Record. Neste livro, Willwtt constrói personagens que despertam sentimentos profundos enquanto tece enredos instigantes e provocativos. Um livro que faz uma viagem  pelo passado e presente dos personagens, Felix Hamilton e a atriz Angel Blake, mostrando como tudo na vida está ligado às escolhasque fazemos. 

Foi no dia em que Felix conheceu a atriz Angel Blakeque ele soube que a sua vida nunca mais seria a mesma. A paixão que nasce entre os dois, encontra empecilhos: Felix está casado com Marina, uma mulher fria e possessiva, e tem medo de que ela o separe do filho, Piers. 
Anos mais tarde, quando a filha de Angel, Lizzie, encontra Piers pela primeira vez, depara-se com uma família despedaçada que, incrivelmente, precisará dela para curar as feridas. Atravessando décadas e gerações, A Gaiola apresenta a história de um homem diante de um dilema de vida – ser verdadeiro consigo mesmo ou sacrificar-se em pelas pessoas que ele prometeu proteger. E as consequencias de suas decisões, só o futuro mostrará. 


Sobre a autora

 Foto: Reprodução

Marcia Willett, natural de Somersert, condado no Sudoeste da Inglaterra, é a mais nova de cinco irmãs. Oriunda de uma família pouco convencional, que revelou também talentos na música, Marcia, porém, preferiu se tornar bailarina. Infelizmente, seu corpo não se desenvolveu de acordo com as proporções clássicas exigidas pelo Royal Ballet, e ela então estudou para ser professora de balé. Seu primeiro marido foi um oficial da Marinha, que servia em submarinos; com ele teve um filho, Charles. Seu segundo marido, Rodney, escritor e apresentador de tevê, encorajou-a a escrever romances.

A Gaiola, de Marcia Willett

Gênero_Romance Estrangeiro
Folheando_406 páginas
Custo_
R$ 39,00 

 

sábado, 9 de julho de 2011

[A ARTE DE PERDER, de Michael Sledge]

 Foto:Reprodução

 "A Arte de Perder", lançado agora no Brasil pela Leya é  a história do célebre caso de amor entre a poeta americana Elizabeth Bishop e a urbanista brasileira Lota de Macedo Soares. 

De acordo com o autor do livro, que está presente à FLIP - Feira Literária Internacional de Paraty, a história de "A Arte de Perder"  fala dos dias da escritora e poetisa,Elisabeth Bishop, com Lota em Samambaia [sítio na região de Petrópolis], e o envolvimento de Lota nos acontecimentos políticos e culturais daquela época, os eventos reais a política turbulenta, os políticos e artistas que orbitavam em torno delas. 

Só a história pessoal de Bishop já foi terrível: seu pai morreu quando ela era criança, sua mãe foi internada num manicômio, e ela foi criada por parentes ao longo da infância. Enfrentou o alcoolismo e problemas de saúde por toda a vida. Já sobre Lota, sua companheira, há pouca coisa publicada. Principalmente, sobre o inicio da sua vida. 

O título americano vem da dedicatória de Elizabeth, a Lota no seu livro "Questions of Travel", de um soneto de Camões. "(...) O dar-vos quanto tenho e quanto posso/ Que quanto mais vos pago, mais vos devo."


É uma dedicatória comovente, significa que para Elizabeth o maior presente que Lota lhe deu foi a oportunidade de amar com todo o seu ser. Isso realmente formou o núcleo do que eu esperava escrever sobre --que, apesar de sua história envolver grandes tragédias, ainda é uma história de amor triunfante.

Então no começo eu senti que o título brasileiro enfatizou a perda, em vez do ganho. Mas, por outro lado, é tomado daquele que é sem dúvida o poema mais famoso de Elizabeth, "One Art", sobre a devastação, e a sobrevivência de uma enorme perda, e isso também é algo poderoso e belo relacionado a este romance. 

O livro é, segundo o autor, uma oportunidade para ir mais fundo nas personagens das duas mulheres e na relação entre elas. "A vida privada delas e como elas falavam entre si não estão documentadas, e foi aí que eu fiquei livre para vagar, ficcionalmente falando", diz Michael Sledge .


O poema abaixo, é um dos mais famosos de Bishop, "One Art":

A arte de perder não tarda aprender;
tantas coisas parecem feitas com o molde
da perda que o perdê-las não traz desastre.
Perca algo a cada dia. Aceita o susto
de perder chaves, e a hora passada embalde.
A arte de perder não tarda aprender.
Pratica perder mais rápido mil coisas mais:
lugares, nomes, onde pensaste de férias
ir. Nenhuma perda trará desastre.
Perdi o relógio de minha mãe. A última,
ou a penúltima, de minhas casas queridas
foi-se. Não tarda aprender, a arte de perder.
Perdi duas cidades, eram deliciosas. E,
pior, alguns reinos que tive, dois rios, um
continente. Sinto sua falta, nenhum desastre.
- Mesmo perder-te a ti (a voz que ria, um ente
amado), mentir não posso. É evidente:
a arte de perder muito não tarda aprender,
embora a perda - escreva tudo! - lembre desastre.



 Foto:Reprodução

Elisabeth Bishop



 O FILME_A Arte de Perder


A brasileira Carmem de Oliveira escreveu o livro "Flores Raras e Banalíssimas" (Rocco), que será adaptado para o cinema por Bruno Barreto. A trama vai girar em torno da história de amor entre Lota e a poetisa norte-americana Elizabeth Bishop. No entanto, a atriz que interpretará o par de Glória Pires ainda não foi definida. 


O longa começa a ser rodado agora no segundo semestre de 2011 com cenas no Rio de Janeiro, Petrópolis, Veneza e Nova York. Glória Pires, fará o papel de Lota, a companheira de Elizabeth Bishop que morreu dias depois de tentar o suicídio em 1967, e completaria 100 anos agora em 2010.

                                                              Foto:Reprodução
Glória Pìres, que fará o papel de  Lota no cinema

A arte de perder
Gênero_Romance
Editora_LeYa
Autor_Michael Sledge 
Folheando a perda_320


quinta-feira, 7 de julho de 2011

[ANTES QUE EU VÁ, de Lauren Oliver]

 Foto: Reprodução

O livro só será lançado no próximo dia 19. Ele fala sobre Samantha Kingston que tem tudo: o namorado perfeito, mais cobiçado do universo, três amigas fantásticas e todos os privilégios possíveis no colégio. Em uma sexta-feira, 12 de fevereiro, que deveria ser apenas mais um dia de sua vida mágica e perfeita,  acaba sendo o último. 

Mas ela acaba ganhando uma segunda chance. Na verdade, sete “segundas chances”. E, ao reviver aquele dia diversas vezes seguidas, Samantha acaba por desvendar o mistério que envolve sua morte — revivendo seu último dia durante uma semana maravilhosa e descobrindo, enfim, o verdadeiro valor de tudo o que está prestes a perder.

"E você, se tivesse apenas um dia para viver? O que faria? Quem beijaria? E até aonde iria para salvar sua própria vida?"

Leia um trecho do livro_
Em uma noite chuvosa de fevereiro, Sam é morta em um acidente de carro horrível. Mas em vez de se ver em um túnel de luz, ela acorda na sua própria cama, na manhã do mesmo dia. Forçada a viver com os mesmos eventos ela se esforça para alterar o resultado, mas acorda novamente no dia do acidente.
O que se segue é a história de uma menina que ao longo dos dias, descobre através de insights desoladores, as conseqüências de cada ação dela. Uma menina que morreu jovem, mas no processo aprende a viver. E que se apaixona um pouco tarde demais.

Sobre a autora

Foto: Reprodução

LAUREN OLIVER  foi assistente editorial numa grande editora nova-iorquina. Formada pela Universidade de Chicago e mestre em Fine Arts pela Universidade de Nova York, dedica-se hoje integralmente a seus livros e a novos projetos editoriais — passa boa parte do tempo em trens, ônibus e aviões e escreve sem parar, no notebook ou em guardanapos. Vive no Brooklyn, que chama de “o lugar mais feliz da Terra”, tem dez tatuagens, gosta de cozinhar, bebe café demais e sempre exagera no ketchup. Antes que eu vá é seu romance de estreia. O primeiro livro da série Delirium, formada, inicialmente, por três volumes, tem previsão de publicação no Brasil para o primeiro semestre de 2012.
Antes que eu vá, de Lauren Olivier
Editora Intrínseca 
Folheando a despedida_368 páginas
Quanto vale_ R$ 39,90

quarta-feira, 6 de julho de 2011

[COMEÇAR DE NOVO, de Jackie M. Johnson]

Foto: Reprodução

 

E você, já sofreu por amor? Já passou noites em claro, teve milhões de dúvidas, enfrentou brigas, viveu angústias... Então! Você não está sozinho/a. Estes sentimentos e estas sensações que todos nós que já amamos ou amam sentimos na pele está em Começar de novo

 

Quando um relacionamento termina, claro, é sempre muito doloroso, mas também, inevitável. A solução parece devorar uma dúzia de chocolates, e passar horas diante da televisão e  ficar dias sem comer, tal qual uma Bridget Jones, parece ser a única saída, nestes momentos que achamos intermináveis. Jamais pensaríamos em encarar a situação e tentar recomeçar. Isto porque, juntar os cacos dói, mas, é a primeira etapa para dar a volta por cima. Só falta a coragem.

 

“Os medos podem ser traumatizantes, fazendo com que você pare de caminhar para frente e de aceitar riscos no futuro. É importante saber que enquanto alguns medos têm fundamento, outros são irracionais e nunca irão passar. Seja o seu medo racional ou irracional, ele precisa ser confrontado para que você encontre alívio e vitória.”

 

Diferente dos livros que só ensinam estratégias de como solteiros, os mesmos que  Bridget corria para ler,  a autora Jackie M. Johnson mostra que há sempre uma forma de Começar de novo quando achamos impossível amar outra vez. Sim, todos podemos encontrar aquele par perfeito. Vítima de vários relacionamentos amorosos frustrados, a própria autora garante que qualquer um tem dentro de si o potencial para se reerguer, por maior que seja o tombo na vida sentimental.



Totalmente prático a cada capítulo desta obra estão dicas e uma 'pequena oração' restauradora, que leva a leitora a lições diárias de restauração do amor-próprio. 
Começar de novo também possibilita que os homens aprendam a lidar com decepções e feridas causadas por relacionamentos rompidos, dando fim às noites passadas em claro, mostrando que sim, . á sempre uma forma de recomeçar.

Sobre a autora

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Jackie M. Johnsonnasceu em em Milwaukee, e estudou na Trinity International University e escreve artigos para jornais, além de poesias e centenas de devocionais focados na família e na mulher. Faz parte da agência literária cristã Alive Communications. Seu  primeiro livro, O poder da Oração para Mulheres (também lançado no Brasil pela Ed. Thomas Nelson), vendeu praticamente 150.000 cópias. Jackie mora atualmente em Colorado Springs, Colorado. 

Quer se comunicar com a autora? Ela está no Twitter  de Jackie M. Johnson

Folheando o recomeço_256 páginas

 Quanto vale_R$ 29,90