quinta-feira, 30 de junho de 2011

[INFÂMIA, de Ana Maria Machado]


Foto:reprodução 
 
 Infâmia, o romance inédito de Ana Maria Machado,  questiona os artifícios e as calúnias que com tanta frequência encobrem a verdade no mundo atual. O romance narra duas histórias em paralelo, centradas numa família de diplomatas e seus amigos mais próximos.

A autora entrelaça fatos da história recente do Brasil em que a verdade, em meio a distorções e calúnias, nem sempre prevalece. O resultado é um livro coeso sobre as múltiplas faces da realidade nos dias de hoje.

 Com problemas de visão, Manuel Serafim, um embaixador aposentado, patriarca de uma família bem-sucedida de diplomatas espera por uma cirurgia. Enquanto isso, Camila, a filha de um casal de amigos, o visita com frequência, para ajudá-lo a ler livros e jornais. 

Tudo parece bem na casa dos Soares de Vilhena. Mas o aparecimento de um envelope com documentos antigos traz à tona os fantasmas que há tempos assombram a família. Na pasta, há fotos e fragmentos de textos de Cecília, filha do embaixador, que morreu anos antes em circunstâncias misteriosas. Só lendo para saber sobre a rede de falsas acusações, que num turbilhão kafkiano pode levar à outra tragédia.

Sobre a autora

 Foto:reprodução

Vencedora do Prêmio Machado de Assis, da 
Academia Brasileira de Letras, Ana Maria Machado e atualmente vivendo no Rio de Janeiro, Ana começou a carreira como pintora. Estudou no Museu de Arte Moderna e fez exposições individuais e coletivas, enquanto fazia faculdade de Letras na Universidade Federal (depois de desistir do curso de Geografia). O objetivo era ser pintora mesmo, mas depois de doze anos às voltas com tintas e telas, resolveu que era hora de parar. Optou por privilegiar as palavras, apesar de continuar pintando até hoje.

Infâmia, de Ana Maria Machado
Editora Alfaguara
Folheando a Infâmia, por _280 páginas
Quanto vale a Infâmia_R$ 42,90

[EU NÃO SEI TER, de Marcelo Candido]


Com um narrador em primeira pessoa, o romance traz à tona temas relacionados à vida cotidiana do protagonista Justiniano, um homem com dificuldades de se relacionar e de encontrar uma trajetória que lhe traga paz na vida, o personagem está disposto a encarar seus erros e a questionar os valores da amizade e da fidelidade. Quando o seu grande amigo, Gregório, sofre um grave acidente, Justo vê-se impelido a ir cada vez mais fundo em seus questionamentos, que envolvem não só o amigo, mas também Cândida, esposa de um, e amante do outro.



Ao passar a limpo algumas décadas de amizade com Gregório, cuja família adotou como sua quando ainda jovem se mudou do interior para a capital, Justo narra os pesos e as responsabilidades que a amizade gera num homem. Para os homens, o livro aponta momentos de amadurecimento ao mesmo tempo que eleva suas limitações e inseguranças. Às mulheres, revela alguns ângulos nem sempre claros ou desejados nos homens, mas presentes em quase todos eles.



A obra revela traços das relações familiares e coletivas, sempre expostas aos sentimentos individuais e às divergências que geram. Os encontros e desencontros também se subordinam ao acaso e este, muitas vezes, pode descolar o destino do desejo. Marcelo Candido dá liberdade aos personagens e os constrói neste grande centro urbano que é São Paulo, uma cidade cada vez mais global e inserida na cultura contemporânea. 

Sobre o Autor 


 
Marcelo Candido nasceu em São Paulo em 1965 e cresceu em Itapeva, interior do estado, antes de voltar à capital, onde cursou Administração de Empresas na EAESP-FGV e desenvolveu carreira em marketing. Começou no mundo dos livros como editor, mas aos poucos a literatura foi ganhando espaço em sua vida. Já foi organizador ou coautor de livros de não-ficção, que assina como Marcelo Melo, e também ghost-writer. “Eu Não Sei Ter” é sua primeira obra literária.


Eu não sei ter 

Editora_Livros de Safra

Selo_Virgiliae

Gênero_Romance - Ficção

Quanto vale não ter_ R$ 39,50


quarta-feira, 29 de junho de 2011

[DIVAS E POLAROIDES, de Bruno Bisang]


Para matar as saudades com glamour,  o fotógrafo Bruno Bisang lançou 30 Years of Polaroids. O livro traz mais de 180 imagens em P&B e cor, retratando de Carla Bruni e Naomi Campbell, a Victória Beckmam. Com Claudia Schiffer, Huntziger Michelle e Mônica Bellucci.

Um registro fascinate e autêntico do trabalho de Bruno Bisang. Para os estudiosos de fotografia,  um verdadeiro achado


Para o seu terceiro livro com a editora teNeues, Bruno Bisang mostra através de sua Polaroid, que é uma ferramenta simples para testar a iluminação, ângulos e humor, neste formato que é agora uma relíquia da era analógica da fotografia - com as suas próprias qualidades únicas.  As fotos de Bisang, são é uma parte da história cultural e artística da fotografia contemporânea de moda.
 

Página por página, os leitores testemunhar o desdobramento da visão de Bisang. Apresentando estrelas como Naomi Campbell e Carla Bruni, esta coleção pode apenas se tornar um clássico cult, uma parte da história cultural e artística.


Diferente da manipulação digital de hoje, página por página, os leitores testemunham o desdobramento da visão de Bisang. 


Sobre o autor 

Bruno Bisang nasceu em 1952 e passou grande parte de sua juventude em Ascona, uma pitoresca e pequena cidade na parte italiana da Suíça. Quando ele tinha 19 anos,  passou a frequentar a Escola de Artes Aplicadas de Fotografia em Zurique, que foi seguido por um aprendizado fotográfico. Desde 1979 Bruno Bisang tem trabalhado como fotógrafo freelance, primeiro em Zurique, e depois de um tempo em Milão e Munique. Agora ele trabalha entre Milão, Nova York, Zurique e Paris para uma clientela de renome.


Editora  TeNeues  
91 cores e 93 b / w fotografias
Texto em Inglês, Alemão, Francês, Espanhol e Italiano
 Formato:28 X 35,5 cm

208 págs, capa dura com revestimento
Custo internacional de_65  euros.

Onde adquirir_Amazon.com

domingo, 26 de junho de 2011

[O CLUBE DO CONTO ERÓTICO, de Lisa Beth Kovetz]

 Foto: Reprodução

Quatro mulheres se reúnem numa sala de conferências vazia. Casa uma delas está um pouquinho nervosa, um pouquinho intrigada, e todas estão munidas de fantasias calientes, frutos de sua própria imaginação. O que antes era um tedioso clube literário da hora do almoço se transformou em algo mais, algo proibido, algo que irá torná-las amigas para sempre.

 Uma aventura sexy, escandalosa e rouca sobre quatro
mulheres que descobrem os melhores segredos da
amizade, do amor e do trabalho.”

(Andrian Nicole Leblanc)

Dramaturga e comediante, Lisa Beth Kovetz estréia na ficção com um romance picante e muito engraçado sobre quatro mulheres que, munidas de histórias calientes, decidem transformar um tedioso clube literário em algo mais... algo divertido e proibido, que irá torna-las amigas para sempre. Quem poderia imaginar que escrever e ler pequenos pecados sexuais em voz alta poderia ser tão revigorante? Em O clube do livro erótico, Kovetz trata, de forma agradavelmente desbocada, de temas como vida, amizade e, claro, sexo.

       Aimee engravidou, mas, por algum motivo, seu marido parece estar cada vez mais distante e ausente. Para ocupar a cabeça com outras coisas, decide criar um grupo de leitura no horário de almoço – no qual logo se inscrevem Lux, uma jovem secretária; Brooke, uma pintora que há 20 anos tem o mesmo namorado; e Margot, a mais velha do grupo, com 50 anos. Quatro mulheres muito diferentes entre si que acabarão unidas por seus textos e fantasias.
       Para a escritora Suzi Parker, O clube do conto erótico, de Lisa Beth Kovetz, é “um romance atrevido, repleto de fantasias femininas compartilhadas, que a maior parte das mulheres jamais revelaria a uma platéia educada e, pra ser sincera, tampouco a uma mal-educada.” Enfim, um livro divertidíssimo.

Sobre a autora 

Foto: reprodução
  

Lisa Beth Kovetzé uma premiada escritora, produtora, dramaturga e comediante. Sua empresa, a Flying South Produtions, produz curtas-metragens e programas infantis. Sua peça de teatro David’s Balls foi encenada no Fringe Festival de Edimburgo e traduzida para o romeno para o Festival de Teatro Pérola dos Cárpatos, e será apresentada em Bucareste por um período de três anos. Vive em Los Angeles, Califórnia.

O Clube do Conto Erótico
Gênero_Erótico
Editora Bertrand Brasil 
Folheando no Clube_ 294 páginas
Preço_R$ 39,00









sábado, 25 de junho de 2011

[FLIP TERÀ ANTOLOGIA DE COMENTÁRIOS DE OSWALD DE ANDRADE]wald de Andrade sobre temas diversos]


A Globo Livros vai lançar uma antologia de Oswald de Andrade na FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty), sobre diversos temas.

Organizada por Luiz Ruffato, A alegria é a prova dos nove é uma obra cuja proposta é aproximar o autor modernista do público. Em matéria da Folha de S.Paulo, publicada em 21 de maio, Ruffato e Sandra Espilotro, diretora editorial da Globo Livros, dão mais detalhes

O jornal também entrevistou Marília de Andrade, única filha viva do escritor. Leia a continuação da reportagem no site da Folha de S.Paulo (apenas para assinantes).


sexta-feira, 24 de junho de 2011

[Sincero - A HISTÓRIA REAL E BEM-HUMORADA DE UM HOMEM QUE TENTOU VIVER SEM MENTIR, DE Jürgen Schmieder]


Imagem: Reprodução

Será que é possível viver sem mentir? Se todo mundo sempre falasse a verdade, teríamos não apenas conflitos, mas possivelmente até a Terceira Guerra Mundial. Outros, porém, como o filósofo Immanuel Kant, consideram a honestidade a mais importante das virtudes. Eu estou com ele. Mentira é aflitiva, é sempre uma complicação. E como viver em uma  sociedade que não só tolera como muitas vezes recompensa a mentira, pode um homem sobreviver se disser apenas a verdade?


Já existem estudos afirmando que todos, absolutamente todos nós mentimos até duzentas vezes por dia – por educação, por diplomacia ou porque é mais fácil. qual é o seu caso? O jornalista Jürgen Schmieder tentou por quarenta dias ser absolutamente sincero, no casamento, na declaração de imposto de renda e até no pôquer com os amigos – e, claro, consigo mesmo. O resultado foram hematomas, noites dormidas no sofá, vários insultos e uma amizade quase perdida. Algumas vezes ele se sentiu livre e corajoso; outras, deprimido e inseguro. Na vida particular e profissional, envolveu-se em situações constrangedoras, mas também divertidas e muito esclarecedoras.
Mas, o livro Sincero mesmo sendo um livro engraçado, nos leva a refletir sobre as pequenas mentiras que todos nós contamos no dia a dia. Ou vai me dizer que você é uma excessão?

Sobre o Autor
 Imagem:Reprodução


Nascido em 1979 em Tirschenreuth, na fronteira entre a Alemanha e a República Tcheca, Jürgen Schmieder é editor e colunista do jornal de Munique Süddeutsche Zeitung. Ele escreve regularmente sobre esportes e é autor de diversas colunas de sucesso. Schmieder estudou alemão, economia e mídia em Regensburg, cinema em Michigan, nos Estados Unidos, e jornalismo em Munique. Já escreveu para as revistas Cosmopolitan e Der Spiegel e para o jornal The Michigan Daily.

Ele já passou por vários experimentos malucos, como dizer apenas a verdade, viver por um tempo sem dinheiro e praticar pelo menos uma vez todos os esportes que existem – o que o levou a conhecer hospitais em quatro continentes. Seu grande objetivo de vida é que seu filho, Finnegan, seja um jogador de futebol melhor do que ele.

Sincero - A história real e bem-humorada de um homem que tentou viver sem mentir
Romance Estrangeiro
Editora Verus (Grupo Record)
Quanto vale a sinceridade masculina R$ 29,90



quinta-feira, 23 de junho de 2011

[MULHERES FRANCESAS NÃO DORMEM SOZINHAS, de Jamie Cat Callan]




Não há como negar: as mulheres francesas têm mesmo algo de especial. Além de bonitas e bem-vestidas, são inteligentes, charmosas e têm uma autoconfiança invejável. 

Mas o maior segredo das francesas é que elas sabem que atrair um homem - e manter acesa a chama da paixão - é simples e natural. Afinal, quem disse que isso precisa ser um privilégio só delas? 

Munida dos conselhos de sua chiquérrima avó francesa e das centenas de jovens francesas que entrevistou ao longo dos anos, Jamie Cat Callan escreveu um guia definitivo de dicas para descomplicar a arte da paquera e despertar a francesinha que existe dentro de cada mulher.

De Brigitte Bardot a Amélie Poulain, as francesas vêm levando homens e mulheres à loucura. Enquanto eles ficam loucamente apaixonados, elas, loucas de inveja.


Mulheres Francesas não Dormem Sozinhas revela os segredos por trás da poderosa mistura de elegância, sensualidade, inteligência e autoconfiança das mulheres francesas e da misteriosa facilidade que elas têm em atrair admiradores do sexo oposto.


Partindo do princípio de que a arte da sedução não precisa ser um bicho de sete cabeças, o livro explica:


Como conhecer gente nova e se cercar de homens interessantes;

Por que a mulher francesa é tão irresistível (e como imitá-la);

O que as francesas fazem para cuidar do corpo e da aparência;

As vantagens de ser culta e inteligente na hora da conquista;


Recheado de dicas e receitas, Mulheres Francesas não Dormem Sozinhas ensina como viver com muito mais glamour e joie de vivre.

Sobre a autora



É a autora do Bonjour, Felicidade! E o grande sucesso francês "As Mulheres Francesas Não Dormem Sozinhas. Ela também é o criador do Toolbox Escritores. Jamie tem ensinado seu estilo único de escrever com o lado direito do cérebro na Grub Street, UCLA., NYU, Universidade Wesleyan University e Yale. Recentemente, ela ganhou uma bolsa do Conselho Cultural  de Massachusetts. Seu trabalho tem aparecido na Best American Erotic, a revisão de Missouri, The New York Times "Modern Love" coluna e muitos outros lugares.

Mulheres Francesas não dormem sozinhas
de James Cat Callant
208 páginas
Preço: R$ 24,90


quarta-feira, 22 de junho de 2011

[A MULHER TRÊMULA - Ou Uma história dos meus nervos, de Siri Hustvedt]


A autora Siri Hustvedt fazia um discurso em homenagem ao pai, um professor universitário morto dois anos antes, quando começou uma série assustadora de tremores abaixo do pescoço. Seus braços e suas mãos se moviam convulsivamente, ea despeito denquanto a sua voz continuava saindo com toda a clareza e segurança. 

Esse foi apenas um primeiro episódio - a ele se seguiriam outros, sempre suscitando o mesmo elenco de questões e mobilizando todas as armas intelectuais da escritora.
Em A mulher trêmula, Hustvedt empreende uma busca pelas explicações - físicas, emocionais, filosóficas, clínicas - para sua situação. Desbravando com segurança um terreno marcado pela neurologia, psiquiatria, psicanálise e até mesmo pela criação artística, e o tempo todo amparada por autores como Dostoiévski, Freud, António Damásio e Oliver Sacks, a autora desnuda a própria narrativa dessa investigação ao mostrar que continua tendo mais perguntas do que propriamente respostas.

Temas como os limites entre o físico e o mental, a atual supremacia dos fármacos sobre as teorias de Freud e a necessidade de narrar o sofrimento para melhor apreendê-lo são debatidos neste livro que revela uma autora no auge de sua argúcia e curiosidade intelectual.
Sobre a autora


Siri Hustvedt


Nascida em 1955, em Northfield, Minnesota, Siri é uma escritória norte-americana de ascendência norueguesa. Bisneta de emigrantes noruegueses pelo lado do pai, Lloyd Hustvedt (destacado e famoso professor de História Escandinavo-Americana), filha de uma emigrante norueguesa, Ester Vegan, Siri licenciou-se em História no St. Olaf College, doutorando-se em Literatura Inglesa na Universidade de Columbia (Nova Iorque), com a tese de dissertação Figures of Dust: A Reading of Our Mutual Friend, baseada na obra de Charles Dickens.

Em 1981 casou-se com o escritor Paul Auster, com quem vive até hoje em Brooklyn, Nova Iorque. Da relação nasceu em 1987 a sua única filha, Sophie Auster (atriz e cantora).


A mulher trêmula

Editora Cia das Letras
208 páginas, 
Quanto vale_R$ 42,00  

 

segunda-feira, 20 de junho de 2011

[PAUL McCARTNEY - UMA VIDA, de Peter Ames Carlin]

                                                                                                                                                                                 Foto: Reprodução

Mais do que uma estrela do rock e celebridade, Paul McCartney pode ser considerado um ídolo da cultura contemporânea. Nascido em 18 de junho de 1942 em Liverpool, Inglaterra Paul ganhou de seu pai o  primeiro instrumento musical:  um trumpete, no ano de 1956. Paul que ficou um pouco decepcionado com o presente, pediu ao seu pai para trocar por um violão. Troca feita, o jovem Paul começou a praticar. Como era canhoto, mudou a ordem das cordas, já que não conseguia tocar destro. 

No ano seguinte, Paul foi apresentado a John Lennon, aceitando seu convite para entrar no Quarrymen Skiffle Group, que depois de muitos anos, nomes e formações, viraria os Beatles. O sucesso mundial e a fortuna chegaram nos anos 60 com o grupo que ousou mudar a música e a mentalidade de uma geração. Desavenças pessoais e profissionais interromperam a carreira dos Beatles. Os integrantes da banda desenvolveram estilos próprios muito diferentes entre si durante os anos. Todos já tinham famílias a quem também queriam se dedicar. A banda acaba oficialmente em 1970.


Depois que Paul McCartney saiu dos Beatles, decidiu continuar fazendo música. Lançou um disco solo em 1970 e outro em parceria com sua esposa, Linda, no ano seguinte. Ainda em 1971, McCartney formou os Wings e consegue um certo sucesso, emplacando vários hits nas paradas de todo o planeta. A década de setenta manteve Paul ocupado junto ao conjunto, entre muitas prisões por porte de drogas e confusões nos shows. As vésperas de uma seqüência de shows pelo Japão, Paul foi preso novamente por porte de maconha. Chegou a ficar na prisão por nove dias. 

Os motivos do fim da banda ainda são escusos, mas cogita-se que os músicos, insatisfeitos com a perda do contrato das apresentações no Japão (consequentemente, com a perca do dinheiro que iriam ganhar com os shows) e com o remuneração baixa, resolveram sair da banda.

Daí para a frente, toda a trajetória do ex-beatle stá na sua recém lançada biografia Paul McCartney - Uma vida, do jornalista Peter Ames Carlin, que aborda a vida pessoal e profissional do roqueiro. Não autorizada, restou ao autor conversar com personagens secundários e apelar para entrevistas já existentes — em uma pesquisa que durou anos — para descobrir curiosidades e fatos obscuros. Publicado originalmente em 2009 nos Estados Unidos, o livro dividiu opiniões: enquanto muitos o encararam como uma obra produzida por um fã, parte do público descreveu o título como tendo uma visão um tanto quanto negativa sobre o artista. 

A verdade é que um trabalho raro por focar sua atenção exclusivamente em Paul McCartney. Também é digno de nota o fato de ser uma das obras mais atuais sobre o músico. 


Sobre o autor

                                                                                       Foto: Reprodução

Peter Ames Carlin nasceu em Syracuse, Nova York, e creceu em Seatle, Washingtom. Trabalhou como escritor sênior da revista People e hoje atua como reporter de cultura do jornal The Oregonian. Autor de um best-seller da lista  do jornal New York Times, Cath a wave: The rise, fall and redemption of the Beach Boy´s Brian Wilson, Peter vive atualmente em Portland, Oregon.
 
PAUL McCARTNEY - UMA VIDA, de  Peter Ames Carlin
Editora Nova Fronteira
Leia em 400 páginas

Pagando o preço de  na Siciliano.com R$ 28,39 




sábado, 18 de junho de 2011

[COMO APRENDER A AMAR, José Saramago]

 "Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos. Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente."

José Saramago

[UMA DUAS, de Eliane Brum]





Conhecida no jornalismo  por sua sensibiliade Eliane Brum se permite um nove e não diferente desfio: Transformar em palavras a difícil relação entre mãe e filha. Como se formam e se matém o laço que as une? Como é feito o trama de ódio e afeto entre duas mulheres, sangue do mesmo sangue, mas (des)unidas pela carne?
 
"Uma duas" foge de clichês e eufemismos que normalmente cercam o tema. É um retrato expressionista e dramático. Desde que seu pai deixou a família, diante de circunstâncias surpreendentes, a jornalista Laura e sua mãe, Maria Lúcia, mantêm uma relação distante, quase inexistente. Porém, um sério problema de saúde de Maria Lúcia acaba forçando a convivência das duas novamente. 


Sobre a autora



 Eliane Brum é jornalista e documentarista. Trabalhou 11 anos no jornal Zero Hora, de Porto Alegre, e está desde 2000 na Revista Época, em São Paulo, primeiro como repórter especial e atualmente com o Blog Nossa Sociedade. Publicou três livros-reportagem. Pelo primeiro, Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios, 1994), recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura como autora-revelação. O segundo, A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, 2006) venceu a 49ª edição do Prêmio Jabuti, na categoria livro de reportagem. Em 2008, lançou O Olho da Rua – uma repórter em busca da literatura da vida real (Editora Globo). Como repórter, Eliane ganhou mais de 40 prêmios de jornalismo, nacionais e internacionais. Entre eles: Esso, Vladimir Herzog, Ayrton Senna, Líbero Badaró, Sociedade Interamericana de Imprensa. Seu documentário de estréia, Uma História Severina (2005), no qual é co-diretora e roteirista, ganhou mais de 20 prêmios nacionais e internacionais..



Uma Duas 
Editora Leya
Eliane Brum 
Quanto vale saber do relacionamento maternal_176 páginas
Custo_34,90 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

[“Os Homens que odeiam as mulheres”, de Stieg Larsson]


Da autoria do desaparecido autor sueco Stieg Larsson, sai agora em pequeno formato, na coleção BIS, um dos mais arrebatadores thrillers de sempre e primeiro de uma trilogia imperdível. 

O livro, conta a aventura do jornalista de economia, Mikael Blomkvist. 
Depois de ser julgado por difamação ao financeiro Hans-Erik Wennerström e condenado a três meses de prisão,  decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millennium. 

Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a história da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer.

Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem Lisbeth Salander. Uma garota complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker. 

Juntos, Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander mergulham no passado profundo da família Vanger e encontram uma história mais sombria e sangrenta do que jamais poderiam imaginar.
Mas, se eu contar perde totalmente a graça!


Sobre o autor 



Stieg Larsson foi um dos mais influentes jornalistas e ativistas políticos suecos. Trabalhou na destacada agência de notícias TT. À frente da revista Expo, fundada por ele, denunciou organizações neofacistas e racistas. Por causa de sua atuação na luta pelos direitos humanos, recebeu várias ameaças de morte.

Publicou:



O livro "Os Homens que odeiam as mulheres”,  é uma edição da Editora Leya. de Portugal

O custo_Ora pois, pois _€9.95   e pode ser adquirido aqui 
A história toda tem 480 páginas 




["Ulisses" de James Joyce pode ser lido no Twitter ]

                                                                              James Joyce em 1915

No dia de James Joyce o que para Portugal foi um dia normal, na Irlanda foi dedicado à literatura. O conhecido Bloomsday, uma comemoração anual de homenagem ao clássico “Ulisses” de James Joyce esteve nos Trend Topics do twitter. (um dos assuntos mais comentados do dia). 

À exceção da religião que celebra a bíblia, este é único dia no mundo dedicado apenas a um livro literário. É neste dia, que nas ruas de Dublin respira literatura, onde são promovidos vários encontros de leitura e onde são lidos em público vários trechos da obra. Na verdade, é em Dublin que tudo acontece. “Ulisses” retrata um dia na cidade irlandesa, mais precisamente o dia 16 de Junho de 1904, na vida de Leopold Bloom, um homem comum que carrega em si um turbilhão de pensamentos e sentimentos. 

Durante décadas, os amantes de Joyce juntavam-se, à boa maneira irlandesa nos típicos pubs acompanhados de uma Guiness, em grandes maratonas de leituras da obra. Este ano, quiseram inovar, juntaram-se às novas tecnologias e “Ulisses” será também celebrado no Twitter.

A ideia partiu de Stephen Cole, um aficionado de James Joyce, que em conjunto com um grupo voluntario do entusiasta vai transformar o livro de 800 páginas em pequenas mensagens de 140 caracteres no Twitter. Para este projeto, Stephen Cole organizou o “Ulysses Meets Twitter”, dividindo a obra em 96 seções, uma para cada voluntário que ficou encarregado de publicar em pequenas mensagens a cada 15 minutos do dia, permitindo que ao longo das 24 horas a obra chegasse aos internautas.

“Aquilo que eu escolhi tentar fazer foi escolher as palavras e frases que as pessoas mais gostam”, disse Cole, explicando que não significa que a narrativa de Joyce se perca. “Queremos pôr colocar bastante da sua narrativa, passando o sentido de onde é que ele está e o que vai fazer.”

O mentor da ideia, explicou que a forma como os trechos forão publicados no Twitter será da  responsabilidade de cada voluntário. “Poderão usar exatamente as mesmas palavras ou não.”

Se por vezes a história não fizer sentido, Stephen Cole garante que é normal e não há problema. “Joyce também não tinha muito conteúdo no livro que permitisse ao leitor saber o que acontecia. O Twitter funciona assim. Está dividido em pequenos pedaços e é difícil uní-los. Mas grande parte de “Ulisses” foi escrita desta forma”, atesta.

No entanto, Stephen Cole assume que se James Joyce fosse vivo, talvez não gostasse desta ideia. “Eu acho que ele gostou mesmo mesmo do que escreveu em cada página de “Ulisses”. Uma adaptação disso, que é o que estamos a fazer, ele provavelmente não entenderia porquê.”

 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

[Livro inacabado de José Saramago será publicado em 2012]



No dia 18 de junho a morte de José Saramago completa um ano e, ao longo dos últimos meses, sua viúva, a jornalista Pilar del Río, "cúmplice" do grande escritor, não deixou de trabalhar pelo "compromisso cívico" que ambos compartilhavam.  Leia no UOL

quinta-feira, 9 de junho de 2011

[O DIVÓRCIO DOS MEUS SONHOS de Clare Dowling]




A primeira vista a leitora pode pensar que se trata de um livro de auto-ajuda. Mas, é um livro deste que adoramos: chic-list. Feito para nós mulheres, e porque não homens ‘sensíveis’, gostamos de ler apenas para passar o tempo. 

O casal Jackie ou Henry chega à conclusão que o casamento não deu certo. Ambos vêem defeitos no outro o que torna o relacionamento inviável. Jackie, imatura, não sabe resolver nada, adia a resolução dos problemas, ignorando-os. Desde o casamento quando apenas cuida da escolha do vestido com o qual quer se casar, deixando todo o resto por conta do noivo, Jackie prova que sempre espera que alguém faça as coisas por ela. 
 
Após anos vivendo separada de Henry, ela acaba encontrando finalmente o amor da sua vida - Dan Lewis. Carinhoso, bonito, trabalhador até que ele faz a pergunta - 'Quer casar comigo?'. Claro, Jackie aceita, e é quando se lembra de que ainda é oficialmente casada com Henry e que ele ainda almeja a reconciliação e o amor eterno. Mas, para ela, o casamento deles está morto e enterrado, e agora ela precisa correr para contratar um advogado e se preparar para dar o definitivo fora. Como se separar sem deixar mágoas? Quem é o cara certo para o recomeço? Só lendo pra tirar suas próprias conclusões e, quem sabe uma lição para a vida!  Depois é esperar para ver a história retratada nas telonas. 


Sobre a autora

Clare Dowling nasceu em Kilkenny, na Irlanda, em 1968. Ela já atuaou como atriz e trabalhou no teatro, cinema e rádio. Além de publicar livros que se tornaram best sellers, Claretambém é autora de livros infantis e escreveu roteiros para programas de TV na Irlanda. Atualmente vive em Dublin e é casada tem um filho e uma filha.

O divórcio dos Meus Sonhos
Editora Bertrand Brasil
R$ 29,00 na Cia dos Livros
Pagando para ver o desfecho em_ 434 páginas