quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

[É AGORA ...OU NUNCA, de Marian Keys]

é agora ou nunca
Foto: Reprodução

Marian Keys narra os problemas dos três personagens de forma muito engraçada e original, fazendo deste É Agora... ou Nunca um livro imperdível para quem se deliciou com Melancia, Férias!, Sushi e Casório?!.



Amigos inseparáveis Tara, Katherine e Fintan todos na faixa dos trinta e poucos anos, nasceram no interior da Irlanda e juntos foram para Londres onde se deram bem profissionalmente, pelo menos. O mercado amoroso nas grandes cidades, saturadíssimo mostra que não é diferente para os três corações, que podem não aguentar: o de Tara já se partiu, o de Katherine está prestes congelar e o de Fintan pode até parar de bater. É chegada então a hora de gritar por mudanças... ou calar-se para sempre! 
Em É Agora... ou Nunca, de Marian Keys, a escritora irlandesa que conquistou o mundo com Melancia, Férias!, Sushi e Casório?!, o destino entrará em cena sem pedir licença, mudando as vidas dos três amigos de forma totalmente inesperada... e muito divertida!


Tara namora Thomas há dois anos, mas o relacionamento é, digamos assim, morno... frio... gelado, mesmo: o sexo do casal é como Papai Noel, que não existe, mas, se você tiver muita fé, aparece, todo coberto de neve, uma vez por ano.


Thomas, é o pé-rapado que vive comprando presentes ridículos para a namorada - como cremes para as mãos e bolsas de água quente... em promoção. Para piorar, ele ainda tem a coragem de dizer que Tara está gorda - só porque seu manequim pulou de 42 para 50! Imagine…


Já Katherine é uma mulher independente e equilibrada, que sempre atraiu os olhares masculinos. Mas sua primeira decepção amorosa ocorreu aos 19 anos, abrindo feridas nunca mais cicatrizadas. Hoje, ela acha melhor se relacionar com vitrines de lojas de roupas ou com o  controle remoto de sua televisão. Nem Joe Roth, o colega de trabalho bonitão que se ofereceu para ajudá-la a trocar de canal, parece interessá-la.


Já Fintan, que nunca escondeu sua homossexualidade, encontrou o equilíbrio na amizade da dupla. Mas esse círculo, até então perfeito, torna-se frágil  quando ele revela que sofre de uma séria doença. Assim, as duas prometem fazer tudo o que o amigo pedir e o mundo fica de pernas para o ar! Graças às suas exigências malucas, Fintan assiste de camarote às mudanças - para melhor, claro - nas vidas de Tara e Katherine. 



Sobre a autora
marian-keyes
Foto:Reprodução




O primeiro livro de Maian Keys foi publicado na Irlanda em 1995, e foi um sucesso imediato. Seu estilo falante de conversação e humor irlandês conquistou todas as faixas etárias, e este recurso se espalhou para a Grã-Bretanha quando Melancia foi escolhido como um livro Talent Fresh. . Outros países seguiram (mais notavelmente os EUA em 1997) e agora é publicada em 33 idiomas. Até o momento, a mulher que disse que nunca iria escrever um romance publicou dez deles: Melancia , Lucy Sullivan vai se casar , Férias de Rachel , última chance , Sushi for Beginners , Anjos , O Outro Lado da História , Anybody Out There e This Charming Man , todos best-sellers em todo o mundo, um total de 23 milllion de livros vendidos. O Outro Lado da História vendeu mais de meio milhão de exemplares em brochura, tornando-o o livro de segunda maior venda publicado em 2005, com Anybody Out There  o feito foi repetido em 2007, e This Charming Man foi ultrapassado em 2009. Anybody Out Há ganhou o prêmio britânico de ficção popular e o Melissa Nathan prêmio de Comédia. This Charming Man ganhou o prêmio Livro da Irlanda para a ficção popular. Os livros tratam variadamente com doenças modernas, incluindo a dependência, depressão, violência doméstica, e doença grave, mas sempre escritos com humor, compaixão e esperança. 


Seu trabalho tem chamado a atenção de Hollywood; férias de Rachel . vai ser filmado no próximo ano, Lucy Sullivan vai se casar será uma série adolescente para televisão, Melancia foi um filme feito para TV em 2003, e Last Chance Saloon foi filmado em francês -. Au Secours J'ai Trente Ans foi lançado em 2004. Assim como ela escreve romances de contos e artigos para várias revistas e outras publicações. Ela também está envolvida com várias instituições de caridade - contribuiu para um livro de dupla autoriaa Yeats is Dead! onde todos os royalties foram doados à Anistia Internacional. 


Ela já publicou duas coleções de artigos, intitulado Sob o Duvet e ainda debaixo do edredom , e doou todos os royalties das vendas de irlandeses à Comunidade Simon, uma instituição de caridade que trabalha com os sem-teto. Nascida em Limerick, em 1963, e criada em Cavan, Cork, Galway e Dublin, ela passou seus vinte anos em Londres, mas agora vive em Dun Laoghaire com seu marido Tony. Ela inclui entre seus hobbies, leitura, filmes, sapatos, bolsas e feminismo.
  • Editora: Bertrand Brasil
  • Gênero_Romance
  • Autor: MARIAN KEYES
  • Folheando_588 páginas

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

[A ARMA ESCARLATE, de Renata Ventura]

A arma escarlate
Foto:Reprodução



O livro de ficção conta a história em um cenário nacional, na zona Sul do Rio de Janeiro. Saiu pela editora Novo Século.


O ano é 1997. Em meio a um intenso tiroteio, durante uma das épocas mais sangrentas da favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, um menino de 13 anos   descobre que é bruxo. Jurado de morte pelos chefes do tráfico, Hugo foge com apenas um objetivo em mente: aprender magia o suficiente para voltar e enfrentar o bandido que ameaça sua família. Neste processo de aprendizado, no entanto, ele pode acabar por descobrir o quanto de bandido há dentro dele mesmo.

Sobre a Autora
RenataVentura_A armaescarlate
Foto:Reprodução
Como a maioria das grandes escritoras, Renata ventura é uma leitora voraz desde a infância e também, como a maioria das escritoras, sempre quis ser escritora.
Nascida no Rio de Janeiro em 1985, morou por quatro anos nos Estados Unidos, onde começou a cursar Comunicação Social na Universidade de Houston. Formada em Jornalismo pela PUC-Rio, escreveu a dissertação 100% Off – O Manual do Colonizado, no qual analisou a colonização cultural do brasileiro – tema que volta a abordar em A Arma Escarlate.
Trabalhou por três anos fazendo pesquisa e roteiro para cinema documentário antes de dedicar-se exclusivamente a seu primeiro livro. Nesse meio tempo, implementou  uma forma de interação com seus leitores, em que eles podem conversar virtualmente com alguns dos personagens do livro por meio das redes sociais.Seu objetivo como escritora é contar histórias que divirtam e, ao mesmo tempo, façam o leitor refletir sobre si mesmo e sobre o mundo à sua volta.

A arma Escarlate
Folheando_552
Quanto custa a história_R$ 39,90
Gênero_Literatura brasileira

sábado, 17 de dezembro de 2011

[A COMCUBINA, de Irepoglu]

s.f. Mulher que vive em concubinagem; amásia, amante, barregã
                                     A-concubina-capinha-685x1024
                                                              Foto: Reprodução
A concubina nos conta uma esplendorosa história de amor que aconteceu durante o império Otomano, no reinado do sultão Abdülhamid Han, envolvendo o próprio sultão, uma de suas concubinas e o eunuco-chefe.
Askidil, a concubina, apaixona-se perdidamente pelo sultão tão logo conhece as delícias do leito real pela primeira vez. Para expressar seu amor, escreve ao amado inúmeras cartas que nunca serão enviadas. Embora pareça que o amor da sensual concubina possa ser correspondido, o sultão não a procura tanto quanto ela o deseja… afinal ela é apenas uma das muitas mulheres que ele tem à disposição no seu harém.
O eunuco-chefe, enjaulado em seu triste destino, acaba por se envolver com a bela concubina, formando-se um triângulo amoroso que o leitor acompanha nos textos plenos de emoção e poesia.
A escritora e historiadora Gül Irepoglu inspirou-se nas cartas de Askidil para nos transportar para a Turquia do século XVIII, com sua colorida e suntuosa atmosfera onde as mulheres e as paixões humanas tinham que se submeter a regras sociais e políticas que as aprisionavam em “gaiolas douradas”.

Sobre a autora

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                                                       Foto: Reprodução
Gül Irepoglu nasceu em Istambul, Turquia, em 1956. Formou-se em Arquitetura pela Faculdade de Belas Artes e fez carreira acadêmica no Instituto de Estética e História da Arte da Universidade de Istambul. Além de escritora, Gül Irepoglu é também pesquisadora e conferencista renomada na Europa e Comissária da Unesco, sempre trabalhando com seus conhecimentos sobre o rico patrimônio histórico de seu país. Ela apresenta um programa sobre arte em cadeia nacional de televisão. Atualmente vive em Istambul. Escreveu vários romances, sendo que A concubina já foi publicado na Bulgária, Grécia, Polônia, Romênia e Síria.

A concubina
Gül İrepoğlu
Folheando_196 páginas
De R$ 35,00 por R$ 28,00

domingo, 11 de dezembro de 2011

[DEVORADORA DE LIVROS ESTÁ DE VOLTA]

                                            devoradora3

Esta semana o DEVORADORADELIVROS está de volta! Esta devoradora esteve ausente para selecionar os melhores livros e os lançamentos mais bacanas da estação.

E as férias convidam a ler. Aqui você encontrará as melhores sugestões de leitura para os dias de ócio físico, e exercício mental.

Até já já!

[MULHERES, de Charles Bukowisky]

                            Mulheres

                                              Foto:Reprodução

Mulheres é um livro alter ego do escritor, pois seu personagem Henry Chinaski é ígualmente alcoólico, viciado em mulheres e em corrida de cavalos; e escritor também, portanto se quiser saber desse fenômeno que antecedeu os beatniks, é só ler.
O livro estava esgotado há 20 anos e agora é relançado pela LP&M.

Seus livros são procurados por jovens que querem saber como lidar com a melancólica situação de ser humano, sem precisar lidar com subterfúgios hipócritas.

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                                             Foto:Reprodução

Sobre o autor

Charles Bukowski, escritor americano – 1920/1994. Nasceu na Alemanha, mas foi para os EUA com três anos de idade. Considerado o autor contemporâneo mais influente e imitado na América. Conhecido como escritor alcoólico, Bukowski foi mesmo um desconstrutor do sonho americano.

Charles Bukovski bebeu até morrer mas morreu com idade surpreendente a julgar por sua total falta de escrúpulo com a saúde. Para ele só importavam a literatura, as mulheres, os cavalos e seus inseparáveis drin’ks.

Mas, como disse no início, é até hoje o escritor americano de maior referência, o que significa que, para o bem da humanidade leitora e escritora, herdamos a eternidade de um poeta paradoxalmente lírico, contundente, sujo, mas absolutamente requintado com as palavras.Seus poemas tem força, muitas vezes confundidos como “sujos”, mas basta ler alguns para sentir a força poética, delicada, da incrível forma requintada como expõe a condição humana.

Mulheres, de Charles Bukowisky

Editora LPM

Custo_R$ 17,00

Folheando as Mulheres_320 páginas

[A DANÇA: PABLO NERUDA]

Não te amo como se fosses a rosa de sal, topázio

Ou flechas de cravos que propagam o fogo:

Te amo como se amam certas coisas obscuras,

Secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta que não floresce e leva

Dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,

E graças a teu amor vive escuro em meu corpo

O apertado aroma que ascendeu da terra.

Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,

Te amo assim diretamente sem problemas nem orgulho:

Assim te amo porque não sei amar de outra maneira,

Senão assim deste modo que não sou nem és,

Tão perto que tua mão sobre o meu peito é minha,

Tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.

Antes de amar-te, amor, nada era meu:

Vacilei pelas ruas e as coisas:

Nada contava nem tinha nome:

O mundo era do ar que esperava.

E conheci salões cinzentos,

Túneis habitados pela lua,

Hangares cruéis que se dependiam,

Perguntas que insistiam na areia.

Tudo estava vazio, morto e mudo,

Caído, abandonado, decaído,

Tudo era inalianavelmente alheio,

Tudo era dos outros e de ninguém,

Até que tua beleza e tua pobreza

De dádivas encheram o outono.

(Pablo Neruda)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

[Flip acontece entre 4 e 8 de julho de 2012 ]






A organização da Festa Literária Internacional de Paraty divulgou a data da 10ª edição, que vai homenagear o poeta Carlos Drummond de Andrade. O escritor norte-americano Jonathan Franzen, autor dos livros "Correções" (2001) e "Liberdade" (2011), é o primeiro nome confirmado.

domingo, 25 de setembro de 2011

[MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA NO NAMORO, de Silvia Trevisan]




Livro de estreia da jornalista Rita Trevisan, Manual de sobrevivência no Namoro fala da história de July, uma garota que, como muitas outras, está dando os primeiros passos em sua vida amorosa. 
Quem não se lembra da sensação de insegurança antes do primeiro beijo, ou do frio na barriga só de saber que iria encontrar “aquele” garoto ou mesmo da enorme tristeza, que parecia sem fim, após levar um fora? As primeiras experiências amorosas são muito importantes na vida de qualquer menina e, por isso, o namoro foi o tema escolhido para inaugurar a Coleção Atrevida, que ainda terá mais cinco publicações voltadas aos adolescentes.
Em Manual de sobrevivência no Namoro a leitora acompanha as páginas do diário de July e também recebe dicas da autora para ajudá-la a “sobreviver” a situações delicadas como o primeiro encontro depois de “ficar” com alguém ou de como segurar a ansiedade enquanto ele não liga, além de divertidos testes.

Sobre a autora

Rita Trevisan é jornalista e pesquisadora em comportamento adolescente, com mestrado em Adolescência e Sexualidade. Há mais de dez anos está em contato direto com os jovens, tanto nas matérias que faz sobre assuntos que os inquietam como em uma coluna, na revista Atrevida. E, agora, acaba de lançar o Manual de Sobrevivência no Namoro, o primeiro de uma coleção de seis livros para o público teen. 

Manual de sobrevivência no Namoro

Autor: Rita Trevisan
Número de páginas: 128
Preço Sugerido: R$ 19,90

[53º PRÊMIO JABUTI: NOTA DE ESCLARECIMENTO DESCLASSIFICADOS]

Em reunião extraordinária da Comissão do Prêmio Jabuti, presidida pelo seu curador, José Luiz Goldfarb, decidiu-se pela desclassificação das seguintes obras, por estarem em desacordo com o regulamento:

·      As Horas de Katharina, de Bruno Tolentino (Record), na categoria Poesia;
·      O Outono da Idade Média, de Johan Huizinga (Cosac Naify), na categoria Tradução;
·      Itinerário de uma Falsa Vanguarda, de Antonio Arnoni Prado (Editora 34),  na categoria Teoria / Crítica Literária.

A reunião foi convocada após contestações quanto à classificação dos três finalistas, anunciados na apuração da primeira fase do Prêmio, ocorrida na última quarta-feira (21/09).

A Câmara Brasileira do Livro lamenta a equivocada aceitação das inscrições, e se compromete a adotar providências no sentido de que o erro não se repita, incluindo maior ênfase na divulgação dos itens restritivos das inscrições e reforçando a importância da plena consciência dos participantes sobre o regulamento.

Ao fazer prevalecer o regulamento, a comissão referendou a lisura, transparência e credibilidade, fatores que muito contribuíram para que o Jabuti se consolidasse como o mais importante prêmio do mercado editorial brasileiro.

Com esta decisão, as seguintes obras passam a figurar entre os finalistas à edição 53 do Prêmio Jabuti:

·      Dois, de Érico Nogueira (É realizações Editora, Livraria e Distribuidora LTDA), na categoria poesia;
·      Estranho Interlúdio, de Alipio Correia de Franca Neto (Editora da Universidade de São Paulo), na categoria Tradução;
·      Coleção Ciranda da Poesia, de Ítalo Moriconi (da Eduerj), na categoria Coleção Ciranda da Poesia.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

[Mini Becky Bloom, tal mãe tal filha, de Sophie Kinsella]

Foto: Reprodução

Quem gosta de chick lit com certeza já leu os livros anteriores da personagem consumista de Sophie Kinsella, Becky Bloom. Atrapalhada ao extremo Becky sempre encontra uma justificativa para comprar mais uma blusa, mais um sapato, mais uma bolsa ou seja, como todas nós mulheres.

E agora chega ao Brasil o livro Mini Becky Bloom: Tal mãe tal filha. 

Aqui,  Becky Bloom está casada com o homem de seus sonhos, Luke, e tem uma filha de dois anos, Minnie, que parece seguir desde esta tenra idade, o gosto da mãe por compras e por moda. Mas criar a filha é muito mais complicado do que parecia ser, pois a garotinha cria confusões por onde passa. E quando Becky decide dar uma festa surpresa para Luke, não será uma tarefa fácil manter os preparativos em segredo do marido. Com certeza mais confusões a vista. 

A versão brasileira traz uma capa diferente das já publicadas nos EUA (dir.)e Reino Unido (esq.)




Sobre a autora

Sophie Kinsella, nascida Madeleine Wickham, em Londres, 12 de dezembro de 1969) é uma escritora britânica. e é uma ex-jornalista de economia, com especialização na área financeira e começou uma carreira como escritora. 

Conheça as principais obras de Sophie, todas publicadas no Brasil. 

Série Shopaholic

  1. Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (2000)
  2. Becky Bloom - Delírios de Consumo na 5ª Avenida (2001)
  3. As Listas de Casamento de Becky Bloom (2001)
  4. A Irmã de Becky Bloom (2004)
  5. O Chá-de-Bebê de Becky Bloom (2007)
  6. "Mini Shopaholic" (Setembro/2010)


Romances

  • O Segredo de Emma Corrigan (2003)
  • Samantha Sweet, Executiva do Lar (2005)
  • Lembra de mim? (2008)
  • Menina de Vinte (Twenties Girl) (2010)



Mini Becky Bloom, tal mãe tal filha, de Sophie Kinsella
Editora Record
Custo do consumo_R$ 27,11 na Saraiva.com 
Folheando as páginas_ a definir


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

[NÔMADE, de Ayaan Hirsi Ali]


 Foto: Reprodução



Ayaan Hirsi Ali atraiu atenção mundial com o seu livro de memórias 'Infiel', que ficou 31 semanas na lista de best-sellers do New York Times. Em Infiel, ela conta sua infância e adolescência na Somália, na Arábia Saudita, na Etiópia e no Quênia sob o rigor do islamismo, até chegar à Holanda, onde se tornou uma das principais críticas do islã e defensora do direitos das mulheres. 

Em 'Nômade', seu novo livro que chega às livrarias em na próxima semana, ela narra sua mudança para os Estados Unidos em busca de uma nova vida, longe dos islamitas europeus que a ameaçaram de morte. Aqui, a história da transição da vida tribal à cidadania plena em uma democracia ocidental, Ayaan relata as reviravoltas em sua vida após o rompimento com a família, que a renegou quando ela renunciou ao islã depois do Onze de Setembro. 

De forma comovente, a escritora somali relata sua reconciliação com a mãe e os primos, e com o pai no leito de morte. 'Nômade' é o retrato de uma famíliadilacerada pelo choque de civilizações, mas também é um relato sensível, otimista e muitas vezes divertido da descoberta dos Estados Unidos por uma mulher que teme que o país esteja repetindo o erro europeu de subestimar o islã radical. Ayaan convoca instituições ocidentais - como o movimento feminista e as igrejas cristãs - a pôr em prática ações para ajudar outros imigrantes muçulmanos a superar os obstáculos que ela vivenciou em sua assimilação à sociedade ocidental e a resistir à sedução do fundamentalismo.



 Foto: Reprodução


Sobre a autora

Ayaan Hirsi Ali nasceu em 1969 em Mogadíscio, Somália. É uma política holandesa conhecida pelas suas críticas em relação ao Islã. Foi deputada na Câmara Baixa (Tweeede Kamer) do parlamento holandês pelo Partido Liberal (VVD) entre Janeiro de 2003 e Maio de 2006, altura em que se demitiu do cargo reconhecendo ter mentido no processo de asilo político que lhe concedeu a cidadania holandesa.

Aos cinco anos Ayaan e sua irmã de 4 anos sofreram a infibulação do clitóris numa cerimônia organizada pela avó, apesar da oposição do pai a esta prática. 

Quando tinha seis anos a sua família deixou a Somália para se fixar na Arábia Saudita, depois na Etiópia e mais tarde no Quénia, onde a família obteve asilo político. Foi neste país que Ayaan fez a maior parte dos seus estudos.

Em 1992 Ayaan chegou aos Países Baixos em circunstâncias que ainda não são totalmente claras. Segundo Ayaan, o seu pai pretendia casá-la com um primo residente no Canadá. Enquanto aguardava na Alemanha pelos documentos que lhe permitiriam entrar no Canadá, Ayaan teria decido fugir para os Países Baixos, onde recebeu o estatuto de refugiada.

Trabalhou como empregada de limpeza e tradutora, antes de frequentar o curso de Ciência Política na Universidade de Leiden.

Após a conclusão dos seus estudos trabalhou para a Fundação Wiardi Beckman, um instituto ligado ao Partido Trabalhista (PvdA). A pesquisa que ela ali desenvolveu focou sobretudo a integração de mulheres estrangeiras (maioritariamente muçulmanas) na sociedade neerlandesa.

Esta pesquisa deu-lhe opiniões fortes sobre o assunto, o que resultou num corte de relações com o PvdA. Na sua opinião, não havia espaço suficiente dentro do PvdA para criticar aquilo que ela via como consequências negativas de certos aspectos sócio-culturais dos migrantes e do Islão. A revista "Time" considerou-a uma das cem pessoas mais influentes no planeta em 2005.

No dia 20 de Novembro de 2004 Ayaan Hirsi Ali foi galardoada com o Prémio Liberdade do Partido Liberal da Dinamarca "pelo seu trabalho a favor da liberdade de expressão e dos direitos das mulheres". Devido a ameaças de fundamentalistas islâmicos não foi possível a Ayaan estar presente na cerimónia de entrega do prémio. No entanto, um ano depois, a 17 de Novembro de 2005, ela viajou até à Dinamarca para agradecer pessoalmente a Anders Fogh, primeiro-ministro da Dinamarca e líder do Partido Liberal. No dia 29 de Agosto de 2005 Ayaan foi galardoada com o Prémio Democracia do Partido Liberal da Suécia "pelo seu corajoso trabalho a favor da democracia, direitos humanos e direitos das mulheres."

Ayaan Hirsi, já publicou Infiel, também pela Cia das Letras, e comentado aqui no Devoradora


Nômade, de Ayaan Hirsi Magan
Editora Cia das Letras
Folheando_392 pág.
Custo_R$ 46,





quarta-feira, 7 de setembro de 2011

[O CLUBE DO BISCOITO, de Ann Pearlman]

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  Foto: Reprodução


O que acontece quando algumas mulheres sew unem para colocar a conversa em dia? Fazem confissões, bebem vinho, pedem e dão conselhos, trocam receitas, e falam, todas ao mesmo tempo. A cena que se repete todos os anos, na primeira segunda-feira de dezembro, na casa de Marnie, a protagonista deste livro, une  Jeannie, Taylor, Rosie e mais oito amigasque além de se reunirem comem um monte de biscoitos caseiros lindamente embrulhados. O grupo deu origem ao emocionante O Clube do Biscoito, de Ann Pearlman.


Neste dia, essas mulheres sentem-se à vontade para compartilhar qualquer tema: a paixão e a esperança de um novo amor, as desilusões e as traições amorosas, os medos e as alegrias da maternidade, a agonia de perder um filho e, acima de tudo, a admiração e o respeito que sentem umas pelas outras. Contudo, neste ano, além das histórias divertidas, há alguns assuntos sérios a tratar: a filha mais velha de Marnie está enfrentando uma gravidez de risco. O pai de Jeannie está tendo um caso com sua melhor amiga. Taylor, após ser abandonada pelo amor de sua vida, está com as finanças por um fio. Já Rosie enfrenta a repulsa de seu marido à ideia de um possível filho.


O Clube do Biscoito fala de caminhos percorridos, da absoluta alegria de viver e amar — apesar das decisões das quais nos arrependemos —, das escolhas difíceis, das reparações que temos que fazer e dos sacrifícios ao longo da jornada. Em última análise, é a história de todas as mulheres. Ao ler esta, a de Marnie e suas adoráveis amigas, suas lutas e triunfos, o que as faz rir e o que já as fez e fará chorar, os leitores verão em si mesmos alguns dos ingredientes de sua própria história de vida. Uma história para ler com o coração aberto,  e por que não devorar cada página? 



Sobre a autora


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Foto: Reprodução
Ann Pearlman nasceu em Washington DC e depois mudou-se entre várias cidades do Centro-Oeste, mais notadamente Chicago e Pittsburgh. Ann graduou-se em Antropologia e pós-graduou-se em Serviço Social clínico e ainda mantém sua prática como psicoterapeuta. Publicou seu primeiro livro, Getting Free: Mulheres e Psicoterapia em 1982.


O Clube do Biscoito
Editora Bertrand Brasil
Custo do livro de biscoitos_R$ 39,00
Folheando a Liga das mulheres_ 294 páginas

[EVENTO HOMENAGEIA LYGIA FAGUNDES TELLES]



Foto: Reprodução




A sexta edição do "Encontros de Interrogação" acontece de hoje a sexta no Itaú Cultural (av. Paulista, 149; tel. 0/xx/11/2168-1776; grátis; programação em www.itaucultural.org.br, com participação de 50 escritores de todo o país. 





terça-feira, 6 de setembro de 2011

[XV Bienal do Livro Rio apresenta novidades do mercado de livros eletrônicos]

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Foto:Reprodução
Seminário entre representantes do Brasil, França, Alemanha e Espanha discute as possibilidades de facilitar o acesso à leitura por meio de publicações digitais
Na primeira edição da Bienal do Livro Rio com um espaço voltado para o universo digital, os corredores e pavilhões do Riocentro mostram a convivência entre os livros tradicionais e os eletrônicos. Mais do que oferecer exemplares para a venda e download, a festa literária põs à disposição do público no espaço Bienal Digital a possibilidade de degustar – muitos, pela primeira vez – equipamentos do mundo editorial voltado para o mercado digital como e-books, tablets das principais marcas, como  Motorola, Apple, Samsung e Semp Toshiba, e e-readers. Neste espaço, os visitantes terão a oportunidade de entrar em contato com as novas tecnologias que ditam a transformação do mercado editorial. 
Cada vez mais em voga, a união de tecnologia com a leitura é algo que conquistou até mesmo veteranos do mercado. O cartunista e escritor Ziraldo lançou o Menino Maluquinho pela primeira vez em e-books, e gostou da idéia: “É moderníssimo, uma coisa mágica! Já usei todas as formas como teatro, jornais, televisão, cinema e agora o e-book. O importante é que a garotada está gostando”, disse. Para o superintendente da Editora Melhoramentos, Breno Lerner, os e-books são fundamentais para atrair o público mais jovem para o universo das palavras. “Tudo segue um fluxo natural, e a internet e suas tecnologias estão dominando o cenário atual, e os livros não tinham como fugir disso.”
A XV Bienal do Livro Rio, uma iniciativa do SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livro) em parceira com a Fagga | GL exhibitons, acontece no Riocento até o dia 11.

[CLÉO, de Helen Brown]

Cleo
Foto:Reprodução
A autora  de Cléo narra um drama pessoal que a levou a uma depressão e quase acabou com sua família. A superação da dor e a vontade de viver reaparecem com o amor e amizade de um ser surpreendente: Cleo, uma gatinha frágil e enérgica.
Eu particularmente não sou nada chegada a gatos, mas gosto de histórias de animais que auxiliam seus donos na superação de estados depressivos, ou egoístas. Quando você se ocupa, e consequentemente se preocupa com outro ser, humano, ou animal a sua vida muda o foco.
    Com “Cleo” não é diferente. Uma história sobre perdas, recuperação, amor e reconhecimento pessoal, que Helen Brown escreve de maneira leve relatando um período conturbado da sua vida. Sua gatinha a ajudou em todos os aspectos, influenciando-a a continuar buscando por seus sonhos – inclusive profissionais. Parece muito? Não, não é.
A jornalista Helen Brown escreve sobre sua experiência pessoal e conta como uma ‘simples gata’ a ajudou em sua recuperação.
Helen apresenta a sua família ― Steve, seu primeiro marido, seus filhos, Sam e Rob, e a labradora Rata ―, o seu casamento fragilizado e a contínua tentativa de fazê-lo dar certo, e a paixão de Sam por animais. Uma fatalidade, no entanto, muda tudo: Sam morre em um acidente de carro, na frente de Rob.
A gatinha Cleo chega ao novo lar e encontra uma família devastada pela dor: Steve reprime seu sofrimento, Rob não sorri e Helen entra em depressão. Aos poucos, a alegria contagiante da gata rouba a atenção de todos, fazendo com que voltem a viver o presente e a pensar no futuro.
A busca por um novo começo são dois acontecimentos destacados pela autora em uma narrativa delicada sobre uma tragédia familiar. Cleo auxilia na sua superação da dor, estando presente quando Helen deve escolher qual caminho seguir. Além de uma história de amor e de perda, Cleo traz à tona autoconhecimento e o poder restaurador do amor por um animal. Recomendo!
Sobre a autora
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Foto: Reprodução
Helen Brown é escritora e jornalista neozelandesa radicada na Austrália. Escreveu colunas para diversos veículos, como o Dominion e o Sunday Star. Depois de figurar nas listas dos mais vendidos no Reino Unido, na Austrália e na Nova Zelândia, Cleo atingiu o primeiro lugar na lista do New York Times em sua primeira semana nos Estados Unidos e já teve seus direitos autorais adquiridos para o cinema.
Título: Cleo, de Helen Brown
Editora: Agir
Lambendo as páginas: 352
Custo da terapia felina: R$ 29,90

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

[COMEÇOU A 15ª BIENAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO]


Foto Publius Vergilius 
Diversidade e busca pelas novidades marcam o primeiro dia da XV Bienal do Livro Rio

Autores e editores discutem mudanças e oportunidades na era dos livros digitais e a nova produção literária brasileira

O primeiro dia da XV Bienal do Livro Rio foi marcado pelo início dos encontros entre autores e leitores, um ponto forte da maior festa literária do país. Entre os temas debatidos nesta quinta-feira (1) estavam o papel da crítica da nova literatura brasileira, a influência das novas tecnologias na forma de escrever e o encontro da gastronomia com os livros. Nos próximos dez dias, mais de 120 escritores brasileiros e 21 estrangeiros passarão pelos pavilhões do Riocentro, em uma demonstração da diversidade do evento, organizado pelo SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e pela Fagga | GL exhibitions. Em uma edição que põe a literatura do Brasil como a principal homenageada, coube à presidenta Dilma Rousseff abrir oficialmente a Bienal, na primeira vez na história do evento literário em que a inauguração ficou por conta de um presidente da República.
O já tradicional Café Literário foi inaugurado um debate sobre a função da crítica na nova produção literária brasileira, com a participação da escritora Ana Paula Maia, do jornalista, escritor e crítico Paulo Roberto Pires, e da professora de literatura Beatriz Rezende. Durante uma hora, os participantes discutiram a produção feita no país a partir da década de 90, e como a crítica se posiciona diante desse fenômeno.
Pires se referiu ao crítico literário Antônio Cândido para fazer uma análise da classe. “Existem dois aspectos do Antônio Cândido que não são muito lembrados: ele gostava de se arriscar. Resenhou uma autora de apenas 17 anos, Clarice Lispector, quando ela escreveu Perto do coração selvagem. E ele escrevia num português normal, acessível. Hoje, todo mundo fica em cima do muro”. Já Maia, autora da trilogia A saga dos brutos (Editora Record), afirmou que não era possível falar em uma unidade dessa nova literatura, uma vez que há diferenças significativas entre os autores.
Logo em seguida, o espaço recebeu as chefs Flávia Quaresma e Teresa Corção, que falaram sobre gastronomia, suas novas tendências e seu encontro com a literatura. Corção lembrou das poesias de Cora Coralina, ricas em referência sobre a cozinha. Já Quaresma disse ser fã de Clarice Lispector e seus contos. As duas ainda falaram sobre o movimento slow food, que prega uma alimentação de qualidade, e sobre a popularidade dos chefs, elevados à categoria de popstars. No fim, sobrou espaço até para dar uma receita de risoto de camarão para o público presente.
Já o espaço Mulher e Ponto, local de encontro entre escritoras e personalidades do universo literário, foi inaugurado com uma conversa entre Luciana Villas Boas, diretora-geral da editora Record, e Vivian Wyler, gerente-editorial da editora Rocco. As mudanças provocadas pela tecnologia no mercado editorial já tinham sido abordadas mais cedo, na série Encontros Profissionais, pelo vice-presidente da Amazon, David Naggar, em palestra que reuniu profissionais do mercado editorial dispostos a discutir os rumos e as oportunidades que o mercado de livros digitais tem a oferecer.
“A Amazon já vende três vezes mais livros digitais do que impressos nos Estados Unidos e esse número cresce a cada ano. Foram 900 mil apenas este ano, para mais de 150 países. O e-book pode alcançar um número cada vez maior de pessoas”, disse Naggar, que enfatizou a necessidade de tornar as obras cada vez mais acessíveis.
De olho em um mercado cada vez maior e disposta a oferecer literatura nas mais diversas plataformas, a Bienal do Livro Rio tem pela primeira vez um espaço dedicado aos e-books, a Bienal Digital. “A Bienal não pode se fechar para o que existe de novo. Trazer novidades é a nossa missão. Precisamos nos preparar para esse desafio que vem pela frente”, explica Sônia Jardim, a presidente do SNEL. Outro sucesso foi a Maré de Livros, o espaço infantil interativo que, com a curadoria de João Alegria, conquistou a atenção das muitas crianças de passeavam pela Bienal.

Nesta sexta-feira,  a expectativa é de emoção e tietagem explítica. Um dos pontos altos do segundo dia da Bienal é a homenagem programada para Moacyr Scliar. Luiz Schwarz, Luís Fernando Veríssimo, Luís Augusto Fischer e Domício Proença Filho, com mediação de Ítalo Moriconi, homenagearão esse médico, professor, cronista, escritor gaúcho e autor de mais de 70 livros, falecido este ano. O encontro será às 17h, no Café Literário (pavilhão azul).
Outra reunião de destaque está prevista para 18h30, que acontece no espaço Livro em Cena, no pavilhão verde. O ator Eriberto Leão vai abrir a programação em que atores interpretam grandes obras de autores. Eriberto inaugura o evento com Castro Alves, recitando trechos de Vozes d’África, Navio Negreiro, Quando Eu Morrer e Adormecida.
Quem é fã do sobrenatural, da literatura que aborda os limites da fé e da imaginação, terá, às 19h, no Café Literário, a discussão do tema: Magia e verdade do imaginário: por que nos atraem vampiros e bruxas. Na abordagem desse segmento literário, estão a americana Deborah Harkness e a historiadora Mary Del Priore, com mediação de Guiomar de Grammont.
Às 20h, no espaço Mulher e Ponto, no pavilhão verde, Claudia Nina e Simone Campos falarão sobre As Autoras e as Redes Sociais, que analisam, com mediação de Tânia Carvalho, o surgimento de obras que têm como ponto de partida as mídias sociais como Facebook, Orkut, Twitter e outras redes, além da influência das novas tecnologias na forma de escrever. Paralelamente à programação oficial, os expositores programaram sessões de autógrafos, aproximando cada vez mais  os autores de seu público. As sessões acabam às 20h.
A 15ª Bienal do Livro Rio, uma iniciativa do SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) em parceria com a Fagga | GL exhibtions, acontece no Riocentro entre 1º e 11 de setembro de 2011.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

[POLANSKI, UMA VIDA, de Christopher Sandford]

Foto: Reprodução


A biografia, de um dos mais brilhantes e controversos cineastas de nosso tempo: Roman Polanski. Judeu, aos 10 anos conseguiu escapar da Cracóvia, na Polônia, mas sua mãe foi morta em Auschwitz. 


A brilhante carreira no cinema começou nos anos 1960, década em que sua esposa Sharon Tate foi brutalmente assassinada. Em 1977, a vida pessoal de Polanski seria novamente notícia. O diretor foi acusado pelo assédio sexual de uma menina de 13 anos. 

O homem que teve sua vida permeada por momentos de sucesso e de abandono, com uma brilhante carreira no cinema que começou nos anos 60, mesma década em que sua esposa Sharon Tate, uma das atrizes mais bonitas de Hollywood foi brutalmente assassinada. 

Foto: Reprodução

Tate estava grávida de oito meses e meio de seu primeiro filho e seu assassinato foi considerado uma das maiores tragédias ocorridas na sociedade e na história criminal americana. O seu assassinato pela notória Família Manson, cujo mentor foi Charles Manson, um psicopata e seus seguidores, Charles “Tex” Watson , Susan Atkins e Patricia Krenwinkel, que também foram condenados à morte, pena depois comutada pelo estado da Califórnia em prisão perpétua. Todos estão presos até hoje, tendo sido negadas todas as petições de liberdade condicional através dos anos. 


Sobre o autor 
Foto: Reprodução


Christopher Sandford já escreveu a biografia de grandes símbolos da cultura mundial contemporânea. No hall das estrelas biografadas por Sanford estão Eric Clapton, Kurt Cobain, David Bowie, Sting, Steve McQueen, entre outros.




Polanski, uma vida
Nova Fronteira

Preço do roteiro de Polanski_R$ 59,90 
Virando o roteiro_488 páginas