quinta-feira, 16 de setembro de 2010

NUNCA FUI PRIMEIRA-DAMA, de Wendy Guerra

Nunca fui primeira-dama

"Nadia Guerra é uma mulher obcecada pela ideia de encontrar a mãe, que a abandonou aos dez anos de idade. Imersão num bravo mundo feminino, a busca por Albis Torres, que Nadia resgata desmemoriada de Moscou, é também uma viagem ao seu próprio passado e às salas escuras do regime cubano. Ao trazer de volta sua mãe a Havana, Nadia descobre em uma caixa de objetos pessoais os rascunhos de um romance que Albis escrevia sobre Celia Sánchez, secretária pessoal de Fidel Castro, heroína da revolução cubana. Um livro que a mãe jamais conseguiu publicar, fruto de uma amizade que a forçara a abandonar ao mesmo tempo a filha e seu país. Com uma trama na qual se cruzam ficção e realidade, a romancista e poeta cubana Wendy Guerra traz corajosamente à tona uma história impedida de vir à luz em Cuba. Síntese brilhante de uma revolução e seus efeitos sobre o destino e os sentimentos mais profundos do ser humano, que coloca a autora no papel de sua própria personagem." 


Sobre a autora


escritora_wendy_guerra


A romancista e poeta Wendy Guerra escreve a história proibida das mulheres de Cuba. Ex-apresentadora de um programa infantil ("Eu era uma Xuxa cubana"), Wendy Guerra participou da Festa Literária Internacional de Paraty na estranha condição de ser uma escritora famosa na Espanha e na França, mas desconhecida em seu país, onde seus livros permanecem inéditos. "Não sou publicada em Cuba. Não existo em Cuba. Sou uma personagem de ficção."

Além de ter sido a "Xuxa cubana", Wendy Guerra também já posou para ensaios sensuais. "Minha literatura não é só feminina, mas mundana, algo mais violenta", disse essa admiradora confessa da obra do também cubano Pedro Juan Gutiérrez.

Impressões
A autora cubana é muito boa em suas histórias. A vida da guerrilheira e sua mãe Célia tem uma sutil pimenta no enredo, incluindo sua provável ligação com Fidel Castro.
Editora  Benvirá
Lendo a história _256 páginas 
Investimento_R$ 39,90


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